‘Mudança no IR é aperitivo, faltou o prato principal’, diz economista

O economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Sérgio Gobetti, especialista em tributação, avalia que a proposta de reforma do Imposto de Renda, encaminhada pelo governo ao Congresso, é apenas um “aperitivo” do que seria uma mudança estrutural e mais ampla do sistema vigente no País.

O economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Sérgio Gobetti, especialista em tributação, avalia que a proposta de reforma do Imposto de Renda, encaminhada pelo governo ao Congresso, é apenas um “aperitivo” do que seria uma mudança estrutural e mais ampla do sistema vigente no País. Em sua visão, faltou o “prato principal”, que seriam alterações sobre a tributação das empresas – que deveria ser reduzida, mas compensada por um aumento do imposto sobre as pessoas físicas.

‘Mudança no IR é aperitivo, faltou o prato principal’, diz economistaIsso poderia manter a faixa de isenção elevada, mas, ao mesmo tempo, criar novas faixas de cobrança sobre rendas mais altas, para corrigir distorções tributárias. “A proposta ameniza a falta de progressividade (cobrar mais dos mais ricos) do nosso sistema, mas não estabelece um novo modelo”, diz Gobetti, em entrevista ao Estadão. O projeto do governo prevê isentar de IR quem ganha até R$ 5 mil mensais e compensar a perda de receita com um imposto mínimo sobre a alta renda. A seguir, os principais trechos da entrevista:

Qual a sua avaliação sobre a proposta do governo?

A proposta vai na direção correta, ao adotar um paliativo que atenua a falta de progressividade tributária no topo da pirâmide social, onde as pessoas mais ricas pagam, em média, pouco Imposto de Renda, mesmo quando considerada a tributação efetiva que os lucros sofrem na empresa. O ‘imposto mínimo’ ameniza esse problema, é um bom aperitivo, mas ainda falta o prato principal em termos de uma reforma estrutural e mais ampla, que corrija as múltiplas distorções que temos em nosso modelo de tributação.

O que faltou?

A proposta ameniza a falta de progressividade, mas não resolve isso do ponto de vista estrutural, nem enfrenta as várias dimensões em que nosso modelo tributário falha em tratar os contribuintes de forma mais equitativa e neutra. No caso das empresas, por exemplo, há inúmeros regimes especiais e brechas na legislação que fazem com que a tributação efetiva do lucro varie de 4% a até 34%, com uma média em torno de 16%. E, muitas vezes, a baixa tributação desse lucro está favorecendo pessoas de alto poder aquisitivo, e não o pequeno empresário empreendedor. Então, é preciso enfrentar e corrigir essas distorções para tornar o sistema tributário mais equitativo e também menos ineficiente.

O País deveria tributar menos as empresas e mais as pessoas físicas?

Sim, esse é um movimento que a maioria dos países do mundo tem feito nas últimas décadas, e o Brasil já está muito atrasado em seguir esse caminho. Somos um dos pouquíssimos países do mundo que concentram toda tributação do lucro nas empresas e isentam os dividendos no momento da distribuição – o que causa as distorções que eu já mencionei e ainda prejudica a competitividade, pois as grandes empresas do mundo buscam se instalar onde a alíquota de IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica) é menor.

Como fazer essa mudança e, ao mesmo tempo, corrigir as distorções?

Há várias formas de voltar a tributar dividendos na pessoa física e integrar essa tributação com a das empresas. Uma delas é por meio de um modelo amplo de tributação das rendas, a exemplo do que faz a Austrália e até alguns países latino-americanos, como México e Chile. Nesse modelo, você soma salários, lucros, rendimentos financeiros e submete tudo a uma mesma tabela de alíquotas progressivas. E, nesse modelo, você pode oferecer uma compensação pelo que foi pago de imposto sobre o lucro das empresas. Aí, eu consigo tributar as altas rendas com alíquotas que podem chegar a 35% ou 40%, mas descontando o que foi pago na empresa, reduzindo a assimetria que hoje existe entre sócios de empresas que pagam pouco e aqueles que pagam muito.

Parecido com o que foi feito com a tributação da alta renda?

Exatamente, mas de um modo mais estrutural e com alíquotas progressivas. Esse tipo de modelo permitiria matarmos três coelhos de uma vez: primeiro, porque aumentaria a progressividade, com alíquotas maiores para quem ganha mais; segundo, porque praticamente eliminaria a assimetria de tributação das empresas, neutralizando as vantagens de umas sobre as outras, porque o pagamento do IRPJ passa a ser só um estágio do cálculo final do imposto devido por cada pessoa na declaração anual do IRPF (Imposto de Renda da Pessoa Física). Quem tiver pagado bastante imposto na empresa vai abater do imposto devido como pessoa física. E, por fim, esse modelo permite absorver uma faixa de isenção mais ampla na tabela do IRPF, aplicada ao somatório de todos os tipos de renda.

Os Estados alegam que terão perdas com o IR que incide sobre a folha de pagamentos do funcionalismo.

De fato, haverá essa perda, que eu estimo em torno de R$ 10 bilhões, referente ao IR que Estados e municípios hoje arrecadam sobre os salários de seus servidores. Esse imposto não entra no cofre da União, é retido pelos Estados e municípios. Só que, nessa conta, também é preciso considerar o ganho que Estados e municípios terão com a nova tributação sobre dividendos e altas rendas, pois 48% dela será partilhada por meio do FPE (Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal) e do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), proporcionando uma compensação, que não sabemos ainda se será total ou parcial.

 

Fonte: Diário do Comércio com informações são do jornal O Estado de S. Paulo

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,55%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano.

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,57% para 5,55% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta terça-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,55%Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,5% para 4,51%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,78%, respectivamente.

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A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

Em março, a inflação fechou em 0,56%, pressionada principalmente pelos preços dos alimentos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dessa pressão, o IPCA perdeu força em relação a fevereiro, quando marcou 1,31%. No acumulado em 12 meses, a inflação soma 5,48%.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,25% ao ano. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em um ponto percentual na última reunião, em março, o quinto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.

Em comunicado, o Copom informou que a economia brasileira está aquecida, apesar de sinais de moderação na expansão. Segundo o BC, a inflação cheia e os núcleos – medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia – continuam em alta.

O órgão alertou que existe o risco de que a inflação de serviços permaneça alta e informou que continuará a monitorar a política econômica do governo.

Em relação às próximas reuniões, o Copom informou que elevará a taxa Selic “em menor magnitude” na reunião de maio e não deixou pistas para o que acontecerá depois disso.

Até dezembro próximo, a estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica suba para 15% ao ano. Para 2026, 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida para 12,5% ao ano, 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 2%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,7%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,90 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,95.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Desvendando a Gestão Fiscal: Como Reduzir Impostos e Evitar Penalidades

A gestão fiscal se tornou uma das questões mais relevantes para empresas de todos os tamanhos. Com a crescente complexidade das leis tributárias e a necessidade de compliance, entender como ter uma boa administração dos tributos é essencial para garantir não apenas a saúde financeira, mas também a integridade da sua empresa. Neste artigo, vamos explorar estratégias eficazes de como reduzir impostos e evitar penalidades através de uma gestão fiscal proativa.

Uma boa gestão fiscal começa com o conhecimento das obrigações tributárias que sua empresa deve cumprir. Muitas vezes, empresários não conhecem todos os seus direitos e deveres, o que pode levar a erros graves na hora de declarar impostos. Desvendando a Gestão Fiscal: Como Reduzir Impostos e Evitar Penalidades Por isso, é fundamental contar com o suporte de profissionais qualificados que possam orientar sobre as isenções e deduções disponíveis. Dessa forma, é possível fazer um planejamento tributário que minimize a carga tributária dentro da legalidade.

Outra estratégia eficientíssima é a revisão da classificação fiscal dos produtos e serviços oferecidos. Muitas empresas pagam mais impostos do que o necessário porque não possuem o devido conhecimento sobre as alíquotas específicas que se aplicam a seus itens. Um levantamento detalhado pode ajudar sua empresa a identificar oportunidades de redução de impostos, aproveitando-se de regimes especiais ou benefícios fiscais.

Além disso, a prática de manter uma contabilidade organizada e atualizada é crucial para o cumprimento das obrigações tributárias. A falta de documentação e a desorganização podem resultar em atrasos nas entregas de declarações, o que pode gerar multas pesadas. Investir em um software de gestão contábil e em treinamentos para sua equipe pode ser uma excelente forma de garantir que sua empresa esteja sempre em conformidade com as normas fiscais vigentes e evite surpresas desagradáveis.

Outro ponto que não pode ser ignorado é a necessidade de acompanhar as mudanças na legislação tributária. As leis mudam frequentemente, e um bom gestor fiscal deve estar sempre atualizado sobre essas alterações para garantir que sua empresa não caia em falhas que possam levar a penalidades. Realizar reuniões periódicas com seu contador ou consultor tributário pode ser uma boa prática para se manter informado sobre novos pontos que podem impactar diretamente o seu negócio.

Por fim, a educação financeira e tributária deve ser uma prioridade em qualquer empresa que deseja crescer de maneira saudável. Promover cursos e treinamentos para seus colaboradores não apenas ajuda na conscientização sobre a importância da gestão fiscal, mas também prepara a equipe para identificar oportunidades de redução de impostos, garantindo que todos estejam alinhados em prol de um bem maior – a continuidade e o sucesso do negócio.

Implementar uma boa gestão fiscal não é apenas um diferencial competitivo, mas uma necessidade para a sobrevivência de qualquer empresa no mercado atual. Com o conhecimento certo e as ações apropriadas, é possível muito mais do que apenas evitar penalidades; é possível garantir um futuro financeiro estável e promissor. Invista na sua gestão fiscal e veja sua empresa prosperar!

Autor: RodrigoStudio.com.br

Índice que reajusta aluguel acumula inflação de 8,50% em 12 meses

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como fator de reajuste em alguns contratos de aluguel, registrou inflação de 0,24% em abril deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador havia registrado deflação (queda de preços) de 0,34% em março deste ano.

Com o resultado de abril deste ano, o IGP-M acumula taxa de inflação de 8,50% em 12 meses. No acumulado do ano, a taxa é de 1,23%. Em abril de 2024, o IGP-M havia apresentado inflação de 0,31% no mês e acumulado deflação de 3,04% em 12 meses.

Índice que reajusta aluguel acumula inflação de 8,50% em 12 meses

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A alta da taxa de março para abril deste ano foi puxada principalmente pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que passaram de uma deflação de 0,73% em março para uma inflação de 0,13% em abril.

Os preços da construção, medidos pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), também tiveram alta, já que a inflação subiu de 0,38% em março para 0,59% em abril.

Por outro lado, a inflação do varejo, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), teve queda, ao passar de 0,80% em março para 0,46% em abril.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Projeto sobre isenção do IR pode ser votado pelo Plenário no segundo semestre, avalia Motta

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a expectativa é que a proposta (PL 1087/25) que isenta o pagamento de Imposto de Renda (IR) para que ganha até R$ 5 mil mensais seja votada no Plenário somente no segundo semestre.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a expectativa é que a proposta (PL 1087/25) que isenta o pagamento de Imposto de Renda (IR) para que ganha até R$ 5 mil mensais seja votada no Plenário somente no segundo semestre.

Segundo Motta, a avaliação é que a discussão na comissão especial dure aproximadamente dois meses para que o texto possa cumprir todos os prazos regimentais. Ele participou nesta segunda-feira (28) do evento J. Safra Macro Day, em São Paulo, que teve discussões sobre conjuntura macroeconômica e geopolítica do Brasil e do mundo.

Projeto sobre isenção do IR pode ser votado pelo Plenário no segundo semestre, avalia MottaMotta afirmou que a proposta do governo tem uma boa aceitação entre os deputados, mas disse que texto será alterado para garantir que os benefícios não tragam impacto negativo para a economia.

“O desafio é tentar encontrar a maneira menos danosa para que essa medida possa se estabelecer, mas, do ponto de vista da justiça tributária, temos um assunto bem pacificado”, defendeu o presidente.

Gastos públicos
O parlamentar voltou a cobrar que o Executivo lidere a agenda de revisão dos gastos públicos. Segundo ele, o Congresso está disposto a debater esse tema, mas a iniciativa deve partir do governo.

Para Hugo Motta, é preciso avançar nessa agenda, sem que o governo precise prejudicar sua plataforma política. Uma das propostas que o Parlamento está disposto a debater, segundo o presidente, são as isenções tributárias.

“Temos mais de R$ 650 bilhões em renúncias, e isso é pesado para nossa máquina”, ressaltou.

Motta também defendeu a discussão sobre eficiência da máquina pública. Ele destacou que algumas mudanças não precisam passar por iniciativas de alterações na Constituição, como uma reforma administrativa. Conforme o presidente, há projetos infraconstitucionais que podem ajudar o cenário econômico e melhorar a eficiência da administração pública.

“Daríamos um grande passo para que nossa máquina pública seja mais eficiente, mais enxuta e isso ajudaria no cenário econômico”, disse Motta.

Responsabilidade
Hugo Motta afirmou ainda que o Congresso vai agir com responsabilidade fiscal e buscar sempre propostas que tornem o ambiente mais seguro para investimentos. Ele ressaltou que o crescimento econômico e o aumento na geração de empregos podem sinalizar a adoção de medidas que tornem o país mais forte e atrativo.

“Vamos procurar a condução mais equilibrada e serena possível para o nosso país”, disse o presidente.

 

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Desvendando a Arte de Pagar Menos Impostos Dentro da Lei

Em tempos de alta carga tributária, muitos empreendedores buscam maneiras de reduzir a carga fiscal sem comprometer a legalidade de suas operações. Entender como pagar menos impostos de forma legítima é fundamental para manter a saúde financeira do seu negócio. Neste artigo, vamos explorar estratégias eficazes que podem ajudá-lo a otimizar sua tributação e aumentar seus lucros.

Em primeiro lugar, é crucial entender a estrutura tributária do seu negócio. Cada tipo de empresa possui um regime tributário específico e escolher o mais adequado pode resultar em uma significativa economia de impostos. Existem três regimes principais: Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real. Cada um deles oferece diferentes vantagens e limitações. É aqui que o planejamento tributário se torna essencial. Desvendando a Arte de Pagar Menos Impostos Dentro da Lei

O planejamento tributário é uma ferramenta poderosa que, quando utilizado corretamente, pode resultar em uma redução considerável na carga fiscal. Ele envolve o estudo detalhado das operações da empresa e a implementação de estratégias legais para minimizar os impostos devidos. Consultar um contador experiente é uma forma eficaz de garantir que seu planejamento esteja alinhado com as normas vigentes e aproveite todos os benefícios disponíveis.

Outra estratégia importante para pagar menos impostos é a correta classificação e dedução de despesas. Muitas empresas deixam de aproveitar deduções que poderiam proporcionar uma redução na base de cálculo dos impostos. Despesas operacionais, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, bem como algumas contribuições e encargos, podem ser deduzidos, desde que estejam bem documentados e justificados. Uma boa gestão dessas despesas pode resultar em economia significativa ao final do ano fiscal.

Além disso, ficar atento a incentivos fiscais é fundamental. O governo oferece diversos programas e benefícios que podem ser aproveitados pelas empresas, dependendo do seu setor de atuação e localização. Por exemplo, muitos estados oferecem incentivos fiscais para empresas que investem em inovação ou que geram empregos em regiões menos favorecidas. Ficar por dentro dessas oportunidades pode ser um diferencial para reduzir impostos.

Por fim, a consultoria contábil desempenha um papel fundamental neste processo de otimização fiscal. Um escritório contábil especializado pode oferecer insights valiosos e personalizar soluções adequadas ao perfil da sua empresa. Com profissionais capacitados, você estará sempre atualizado sobre novidades fiscais e poderá implementar as melhores práticas para pagar menos impostos, sempre respeitando a legislação em vigor. Não subestime a importância de ter um apoio expert nessa área, pois cada detalhe conta na hora de garantir a saúde financeira do seu negócio.

Em resumo, pagar menos impostos dentro da lei é uma tarefa que exige conhecimento, estratégia e planejamento. Ao adotar as práticas mencionadas, sua empresa pode não apenas aliviar a carga tributária, mas também direcionar esses recursos para áreas que promovam o crescimento e a sustentabilidade do seu negócio. Aproveite cada uma das dicas citadas e lembre-se: o sucesso do seu empreendimento está ligado a uma administração fiscal eficiente e conforme a legislação.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Entenda os Fundamentos Financeiros: Balanço Patrimonial, DRE e Fluxo de Caixa

Num ambiente empresarial dinâmico e competitivo, compreender as principais ferramentas de análise financeira é essencial para qualquer gestor. Neste guia básico, abordaremos três elementos cruciais: o balanço patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)** e o fluxo de caixa. Esses documentos contábeis não apenas refletem a saúde financeira de uma empresa, mas também fornecem informações valiosas para a tomada de decisões estratégicas.

O balanço patrimonial é um retrato da situação financeira da empresa em um determinado momento. Ele apresenta os ativos, passivos e o patrimônio líquido, permitindo que os gestores avaliem a estrutura de capital da organização. Compreender essa ferramenta é fundamental para garantir que a empresa mantenha um equilíbrio entre seus ativos e passivos. Entenda os Fundamentos Financeiros: Balanço Patrimonial, DRE e Fluxo de Caixa Através da análise do balanço, é possível identificar tendências, como a capacidade de pagamento de dívidas e a solidez dos ativos.

A Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)**, por outro lado, oferece uma visão mais dinâmica da performance operacional da empresa ao longo de um período específico. Esse relatório detalha as receitas, custos e despesas, permitindo calcular o lucro ou prejuízo do exercício. Essa informação é vital para a avaliação da rentabilidade e eficiência das operações. Além disso, a DRE é uma peça-chave para o planejamento orçamentário, pois ajuda a prever resultados futuros com base em desempenhos passados.

Outro documento indispensável é o fluxo de caixa, que proporciona uma visão clara das entradas e saídas de dinheiro. Este relatório é crucial para a gestão do capital de giro, pois permite que a empresa acompanhe sua liquidez e planeje suas obrigações financeiras. Um fluxo de caixa positivo sugere que a empresa está gerando recursos suficientes para cobrir suas despesas, enquanto um fluxo negativo pode indicar problemas financeiros iminentes. A gestão eficaz do fluxo de caixa é, portanto, essencial para a sobrevivência das empresas, especialmente em períodos de crise.

Integrar a análise do balanço patrimonial, da DRE e do fluxo de caixa permite que os gestores tenham uma visão abrangente da saúde financeira da empresa. É importante que este conjunto de informações seja revisado periodicamente para identificar tendências e áreas que necessitam de melhorias. Dessa forma, a empresa pode adotar estratégias de correção e alavancagem de seus resultados financeiros.

Em resumo, entender e saber utilizar os principais documentos contábeis, como o balanço patrimonial, a DRE e o fluxo de caixa, é fundamental para qualquer empresa que deseja se consolidar no mercado. Com essas informações em mãos, os gestores podem tomar decisões mais informadas, garantindo não apenas a sobrevivência, mas também o crescimento sustentável da organização. Se você deseja se aprofundar nestes temas ou precisa de ajuda com a sua contabilidade, entre em contato conosco!

Autor: RodrigoStudio.com.br

E-mail falso da Receita Federal; veja como se proteger de novo golpe do Imposto de Renda

A Receita Federal emitiu um alerta sobre um novo golpe virtual usado para enganar contribuintes por email. A fraude trata de uma suposta “pendência fiscal grave” no CPF do destinatário, em meio ao prazo de entrega do Imposto de Renda 2025. O remetente aparece como “RECEITA” e utiliza um endereço real do órgão, o atendimentorfb.08@rfb.gov.br, […]

 

A Receita Federal emitiu um alerta sobre um novo golpe virtual usado para enganar contribuintes por email. A fraude trata de uma suposta “pendência fiscal grave” no CPF do destinatário, em meio ao prazo de entrega do Imposto de Renda 2025.

O problema é que essa correspondência é usada para rastrear o contribuinte e seus dados. No golpe, os criminosos utilizam elementos visuais semelhantes aos da Receita Federal – como logotipos, cores e linguagem técnica. O conteúdo da mensagem é alarmista, com trechos em destaque como “imediatamente” e “sanções graves”.

E-mail falso da Receita Federal; veja como se proteger de novo golpe do Imposto de RendaO e-mail ainda diz que o contribuinte pode receber até 20% de multa sobre o imposto devido, além de ter seus bens penhorados e viagens restringidas. A Lei nº 9.430/1996, que trata da legislação tributária, é citada para transmitir credibilidade.

A técnica usada pelos golpistas se chama spoofing, um tipo de fraude digital em que criminosos falsificam o endereço de email do remetente para parecer que a mensagem foi enviada por uma fonte confiável.

A Receita Federal reitera que não envia emails com links, cobranças ou alertas de regularização fiscal. Os emails institucionais, como o utilizado no golpe, são usados exclusivamente para responder demandas enviadas pelo próprio contribuinte.

Ao receber correspondência com tom alarmante, erros de português ou remetentes desconhecidos, o órgão orienta a não clicar em links nem abrir anexos. Caso exista dúvidas quanto à regularização fiscal, o ideal é acessar diretamente o site oficial da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) e consultar sua situação fiscal por meio dos serviços digitais ou canais de atendimento oficiais.

 

Fonte: O Tempo

A Importância de um Balanço Patrimonial Preciso para Captar Investimentos

No mundo dos negócios, compreender a saúde financeira de uma empresa é fundamental para o seu crescimento. Um dos documentos mais importantes para essa análise é o balanço patrimonial. Este relatório oferece uma visão clara dos ativos, passivos e do patrimônio líquido, sendo essencial para qualquer empresa que busca captar investimentos. Um balanço patrimonial bem elaborado demonstra transparência e solidez, fatores decisivos para atrair investidores.

A Importância de um Balanço Patrimonial Preciso para Captar Investimentos Para captar recursos, os investidores realizam uma análise criteriosa dos resultados financeiros da empresa. Um balanço patrimonial preciso e bem estruturado não apenas fornece informações essenciais sobre o patrimônio da empresa, mas também reflete sua capacidade de geração de riqueza. Os investidores querem ter certeza de que estão colocando dinheiro em um negócio que apresenta potencial de crescimento e risco controlado.

Um dos maiores erros cometidos por empreendedores é não manter um balanço patrimonial atualizado. A falta de precisão pode levar a conclusões erradas, afastando potenciais investidores. A regularidade na atualização desse documento é vital, pois reflete em tempo real a situação financeira da empresa. Assim, quanto mais atualizado e claro o balanço, maior a confiança que o investidor terá ao considerar um aporte financeiro.

Além disso, um balanço patrimonial estruturado pode ser usado como uma poderosa ferramenta de gestão interna. Ele permite que os gestores identifiquem quais áreas do negócio precisam de atenção, se existem ativos subutilizados ou passivos desnecessários. Ao otimizar a estrutura financeira e melhorar a eficiência operacional, a empresa não se torna apenas mais atrativa para investimentos, mas também mais competitiva no mercado.

A apresentação do balanço patrimonial é outro aspecto crucial. Um relatório bem formatado, com gráficos e comparativos que facilitem a compreensão dos dados, pode ser o diferencial na hora de convencer um investidor a fechar negócio. A estética e a clareza nas informações são essenciais para mostrar que a empresa não só tem uma boa gestão financeira, mas também se preocupa com a comunicação eficaz com seus stakeholders.

Por fim, é fundamental contar com o auxílio de um escritório contábil especializado na elaboração e análise de balanços. Profissionais da contabilidade têm a expertise necessária para garantir que as informações estejam corretas e em conformidade com as normas contábeis vigentes. Um balanço patrimonial preciso é mais do que um simple documento; é a chave para abrir portas e oportunidades de investimento, sendo um passo decisivo na trajetória de qualquer empresa que aspire a crescer e se consolidar no mercado.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Projeto permite que micro e pequenas empresas recebam recursos de investidor-anjo

O Projeto de Lei Complementar 154/24 permite que microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que optaram pelo Simples Nacional possam receber recursos de pessoas físicas ou outras empresas, como investidores-anjo. A Câmara dos Deputados analisa a proposta, que altera a lei do regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas (Lei Complementar 123/06). 

O Projeto de Lei Complementar 154/24 permite que microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que optaram pelo Simples Nacional possam receber recursos de pessoas físicas ou outras empresas, como investidores-anjo.

A Câmara dos Deputados analisa a proposta, que altera a lei do regime tributário simplificado para micro e pequenas empresas (Lei Complementar 123/06). Hoje essa legislação impede essas empresas de operar como sociedade por ações.

Projeto permite que micro e pequenas empresas recebam recursos de investidor-anjoO projeto estabelece que elas só poderão receber recursos dos chamados investidores-anjo, assim definidos pelo marco legal das startups e do empreendedorismo inovador (Lei Complementar 182/21).

O que é investidor-anjo
Segundo a lei, o investidor-anjo é a pessoa física ou empresa que investe o próprio capital em startups e empresas de pequeno porte inovadoras. Ele não se equipara a sócio da empresa, não possuindo responsabilidade por dívidas ou obrigações.

O investimento é formalizado por meio de um contrato de participação, que define os termos e condições do aporte de capital.

“Ao permitir a captação de investidores-anjo por um período determinado, sem a perda dos benefícios do Simples Nacional, a proposta demonstra um entendimento das necessidades das MEs e EPPs e um compromisso com o fomento do crescimento empresarial”, argumenta o autor do projeto, deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES).

Próximas etapas
A proposta será analisada pelas comissões de Indústria, Comércio e Serviços; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias