Caixa libera saque do FGTS Emergencial neste sábado

Neste sábado, 19 de setembro, a Caixa Econômica Federal libera mais um lote de saque em dinheiro e transferência do FGTS Emergencial. Os contemplados da vez são os beneficiários nascidos no mês de maio. Neste sábado 770 agências do INSS estão abertas para atendimento em todo o país.

O saque em espécie é destinado para os cidadãos que não resgataram o saldo da conta poupança social digital da caixa, e que possuam saldo remanescente. O limite de saque é de R$ 1.045 para todos.

Regras para o saque em dinheiro

Para poder realizar o saque nas agências da Caixa o primeiro passo é realizar o login no aplicativo Caixa Tem, acessar a opção “saque sem cartão” e em seguida selecionar a opção “gerar código de saque”.

Feito isso, basta inserir a senha para obter o código para apresentação nas agências para conseguir realizar o saque. É importante lembrar que a validade do código é de uma hora e caso o prazo tenha expirado, basta realizar o mesmo procedimento no momento do saque.  A Caixa em nota informa que “o código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui”.

Saque do FGTS Emergencial

Confira as datas de saque do FGTS Emergencial que ainda faltam ser liberadas:

  • 19/9: Saque do FGTS para nascidos no mês de maio (sábado);
  • 3/10: Saque do FGTS para nascidos no mês de junho;
  • 17/10: Saque do FGTS para nascidos em julho e agosto;
  • 31/10: Saque do FGTS para nascidos em setembro e outubro;
  • 14/11: Saque do FGTS para nascidos em novembro e dezembro.

Fonte: Jornal Contábil .

Os e-Commerces devem se preparar para a complexidade fiscal

A chegada da Covid-19 e, consequentemente, o isolamento social que foi exigido adotar, forçou a digitalização de muitas operações e ascendeu um mercado que caminhava regularmente, como o e-commerce. Pelo lado das organizações, os projetos de transformação digital que não saiam da gaveta foram forçados a serem colocados em prática em prol da continuidade do negócio, ou seja, aquilo que o CEO, o CIO e o CFO tentavam emplacar foi atropelado pelo que temos chamado de C-Covid, um ator que protagonizou neste cenário de pandemia e destravou os projetos. Pelo lado do varejo on-line, acompanhamos uma corrida que resultou na abertura de uma loja virtual por minuto, ou seja, em pouco mais de dois meses, 107 mil novos e-commerces foram criados para venda de produtos, segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Isso significa uma ampliação natural do consumo virtual em função da mudança de comportamento de compra dos consumidores, que tende a se consolidar. Diante destes cenários, é possível afirmar que essas duas frentes enfrentarão novos desafios fiscais quando analisamos a complexidade tributária que temos no País, ou seja, é fato que o risco de exposição dessas empresas certamente será ampliado.

As empresas de e-commerce enfrentarão os desafios no cálculo do ICMS, cuja parte do recolhimento é destinado para o Estado de origem e parte para o destino. Se numa situação normal já vemos um grande esforço das operações do comércio eletrônico, imagine com um aumento frequente das vendas desta natureza.

Se as empresas não se prepararem para suportar essa gestão, com acesso aos conteúdos fiscais, muitas estarão expostas ao risco de fiscalização e, aquilo que seria uma oportunidade de crescimento, passará a ser um problema. Já as empresas que foram forçadas a se digitalizarem terão que considerar que seus processos fiscais também precisam estar no mesmo patamar.

Isso porque as organizações precisarão de uma plataforma de gestão fiscal digital robusta para suportar seus novos processos.

A integração automática da determinação de tributos com os ERP´s utilizados por essas companhias é parte da demanda.

E ainda será preciso juntar isso a um conteúdo fiscal atualizado constantemente, pois a complexidade fiscal no nosso país edita cerca de 100 normas por dia.

Se esse cenário já é considerado um “Calcanhar de Aquiles” para as empresas analógicas, imagina para as digitais, que avançarão com processos mais ágeis para atender a velocidade demandada pelo mercado.

Isso sem contar os incentivos fiscais concedidos pelo governo, que envolvem alguns produtos, como vimos com o álcool gel.

Sabendo que esses produtos receberam uma tributação diferenciada, o despreparo das organizações na adoção desse benefício em conformidade com a lei pode fazer com que as empresas deixem de fazer uso de possíveis ganhos ou ainda é possível correr riscos de recolhimentos irregulares. O mercado mudou e é preciso se adaptar a uma realidade desconhecida dentro de uma normalidade que assola as empresas quando vemos gastos anuais da ordem de R$ 70 bilhões com a burocracia, sem contar as despesas que são previstas com autuações, que somam R$ 178 bilhões por ano e fazem com que o contencioso tributário no Brasil seja maior que nosso PIB, alcançando a cifra de R$ 8 trilhões de reais. Ou seja, um volume capaz de matar qualquer empresa ou país. Quem não se preparar com soluções que automatizem os processos tributários e que estejam aptas para um mundo digital, não vai conseguir se ajustar ao novo normal fiscal do mercado.

A carga tributária no Brasil soma 34% do PIB, portanto representa quase a metade dos custos gerenciados pelas empresas.

Inteligência tributária é disciplina chave no país e é condição para se ter um preço final justo e com uma operação saudável.

Agora é a hora de obter uma infraestrutura tecnológica que suporte este novo mercado e prepare as empresas para uma nova onda de sustentabilidade e crescimento, apesar de todas as dificuldades. Por Paulo Zirnberger de Castro é country manager da Sovos Taxweb, pioneira em Digital Tax para o Compliance Fiscal das empresas.

Soft skills: Saiba como desenvolver habilidades e se destacar no mercado de trabalho

De acordo com dados do IBGE, a taxa de desemprego no Brasil subiu para 12,2% no primeiro trimestre deste ano, atingindo 12,9 milhões de pessoas. A alta é de 1,3 ponto percentual na comparação com o último trimestre de 2019.

Diante deste cenário de crise com o novo coronavírus, é preciso cada vez mais desenvolver habilidades comportamentais, as chamadas soft skills, tanto para ir bem em uma entrevista e conquistar um novo emprego como para se manter no trabalho em que está. Afinal, o mercado não será mais o mesmo após a Covid-19.

Muitas pessoas ainda correrão o risco de ser demitidas após o fim da crise e outras terão que se esforçar ainda mais para se manter onde estão.

Pensando nesse novo cenário, a executiva, pedagoga, e palestrante, Erika Linhares oferece 5 dicas para desenvolver soft skills, habilidades comportamentais que estão tornando-se cada vez mais necessárias e buscadas em todas as empresas. Com essas competências, é possível se destacar em sua função atual, ou garantir sucesso em uma entrevista de emprego:

1. Censo de coletivo

Estamos vivenciando um período em que o trabalho e a convivência harmônica em equipe é fundamental.

É preciso pensar no desenvolvimento coletivo, destacar o potencial dos seus colegas de trabalho, ter empatia e usar a experiência pessoal para resolver conflitos e promover o respeito mútuo.

Sucesso e soluções em equipe são recompensadoras, tanto pessoal quanto profissionalmente.

2. Confiança e desempenho

Confiança é fundamental para crescer. Demonstrar alta lealdade à empresa mesmo que o torne impopular e responsabilizar as pessoas perante os objetivos, valores e crenças da organização.

Assumir a responsabilidade de entrega em um geral, não só se preocupar com as suas entregas. Esse é o caminho da autonomia no trabalho, algo que é conquistado através da confiança.

3. Reinvenção

Desafios e experiências potencialmente arriscados servem para melhorar. Identificar e buscar recursos – pessoas, processos ou técnica – são fundamentais para maximizar forças ou mitigar fraquezas.

Inovação é sempre palavra-chave. Procure proativamente projetos ou tarefas impactantes.

Enfrente desafios mesmo quando as coisas não estão indo bem. Entenda que quem tem medo não inova e quem não inova não terá espaço nas empresas. Faça coisas diferentes nas suas atividades, tenha ideias novas e coloque-as em prática.

4. Trabalhe a sua paciência e calma

Não tema ou fuja dos problemas, essa é a pior maneira de enfrentá-los. Aplicar a lógica para quebrar complexos problemas e dividi-los em partes ou subproblemas gerenciáveis é uma estratégia que exige calma.

Resolva problemas difíceis e interconectados, assim você observa como eles são conectados. Permaneça frio quando desafiado, mantenha a compostura. Aceite críticas e sugestões de forma aberta.

5. O fracasso faz parte do aprendizado

Medo do fracasso é uma atitude de “Mindset Fixo”. Seja “Mindset Progressivo” e entenda que fracasso faz parte do processo.

Ter fracassos não significa ser um fracassado(a). Busque ser energizado por projetos de alta incerteza, mas com potencial para grandes resultados.

Procure ser o primeiro a agir em situações desconhecidas ou inesperadas. Aprenda e evolua com as falhas. Reaja rapidamente aos contratempos

Dizer que inglês na carreira profissional é indispensável já não é novidade, outras formas são abrir seu próprio negócio, prestar consultoria, trabalhar como freelancer, entre outras, ou seja, o inglês na carreira profissional abre portas.

Para aprender inglês e saber como agir no ambiente empresarial o inglês essencial pode ajudar.

Por Erika Linhares, Executiva especializada em soft skills e palestrante

Capital de Giro: Saiba o que é, como calcular e sua importância para o negócio

Muito se ouve falar de capital de giro, ainda mais em momentos de crise.

Mas o que é mesmo capital de giro e qual a sua real importância para a saúde financeira de uma empresa? É essencial para todo e qualquer empreendedor saber bem o que é este capital e para que ele serve, independentemente do porte da empresa, uma vez que é exatamente com este dinheiro que você vai conseguir dar continuidade ao funcionamento de sua empresa. Então, torna-se fundamental saber o que ele é, como gerar este capital de giro e como administrá-lo bem.

Neste post vamos tomar conhecimento do que é este capital, sua importância para o negócio, como calculá-lo e como cuidar para que ele esteja sempre presente.

Acompanhe!

O que é capital de giro?

Tudo aquilo que for ativo circulante de uma empresa é considerado como capital de giro.

Ele é utilizado para cobrir os custos e despesas fixas e variáveis da organização. E que ativos seriam estes? Todos os investimentos da empresa, como títulos do tesouro, por exemplo, recursos do próprio estoque, valores contidos em contas bancárias, valores a receber, entre outros. Conclusivamente, capital de giro é todo aquele valor contido na empresa que pode se tornar rapidamente em dinheiro, seja para manter o negócio em funcionamento, seja para o pagamento das obrigações da organização. Não se deve confundir outros investimentos feitos pela empresa, de caráter fixo e depreciável, como imóveis, veículos, equipamentos, etc., como capital de giro.

Capital de giro: significado

significado do capital de giro pode ser considerado como sendo todo e qualquer investimento feito pela organização que venha a compor uma reserva de recursos tal que possam ser rapidamente utilizados para suprir necessidades financeiras muitas vezes inesperadas. Estes investimentos, a priori, podem não ter sido constituído com esta intenção, mas levam esta denominação e estão à disposição da empresa, como um capital de giro que são.

Capital de giro líquido

GCL – Capital de giro Líquido.

Ele é na verdade um importante indicador de liquidez que é utilizado pelas empresas.

Ele indica se esta empresa tem capacidade de gerenciar as suas relações com fornecedores, clientes e devedores. O seu cálculo é obtido a partir da subtração do passivo circulante da empresa do seu respectivo ativo circulante.

Capital de giro próprio

capital de giro próprio também é denominado como sendo capital de “giro líquido”.

Ele é fruto da subtração citada acima, ou seja, o ativo circulante e o passivo circulante, levando esta denominação quando o resultado desta conta for positivo.

Em outros termos, o capital de giro próprio está diretamente relacionado ao montante de valores pelos quais a empresa têm à disposição para atender a todos os seus compromissos, considerando aqui sempre um curto prazo.

Assim sendo, há de se considerar que este valor seja positivo.

Capital de giro para MEI

capital de giro, como já foi dissertado logo acima, é a disponibilidade de dinheiro imediato para a empresa.

Este dinheiro tem por finalidade manter o negócio funcionando, pagar dívidas, suprir obrigações inesperadas, como geralmente acontece, por exemplo, em períodos de crise econômica. Isto não é diferente, de forma alguma, para quem é MEI, muito pelo contrário, este microempreendedor individual deve se preocupar em tentar sempre manter esta capital de giro no positivo. Para que isto seja possível, é necessária uma boa gestão financeira.

Sistemas de gestão empresarial são, comumente falando, uma ferramenta poderosa para garantir ao gestor empreendedor toda a visão do seu negócio, podendo tomar decisões mais rapidamente antes que qualquer irregularidade se agrave. Isto porque estes sistemas automatizam e otimizam processos, gerando dados e informações precisas da empresa como um todo, além de facilitar e muito a vida do gestor, pois possuem módulos de controle de estoque, contabilidade, financeiro, fluxo de caixa, vendas, emissão de notas fiscais e muito mais. Uma boa alternativa e que geralmente socorre a maioria dos microempreendedores individuais, quando o assunto é capital de giro para MEI, principalmente em tempos de crise, são os empréstimos. Estes, quando utilizados para investimentos, não são ao todo negativos.

Por outro lado, isto não pode ser um recurso cotidiano, ou você irá criar um endividamento sério para a empresa.

Assim, só recorra à esta alternativa quando todas as outras já estiverem findadas.

Como calcular capital de giro?

O cálculo em si não é considerado difícil, só é preciso muita atenção nos dados e informações absorvidas para calcular capital de giro, pois elas vão exatamente alimentar este cálculo.

Informações imprecisas ou duvidosas vão gerar, consequentemente, resultados também imprecisos e duvidosos. A base do cálculo será sempre o ativo circulante da empresa e o passivo circulante, ou seja, são todas as contas que estão relacionadas com as operações normais de uma empresa, nada de novo nisso. E o que é o ativo circulante? São todos os valores relacionados às contas a receber, adiantamentos de qualquer espécie, o estoque, entre outros.

Já o passivo circulante são as contas que terão que ser pagas, folha de pagamento dos colaboradores, fornecedores, impostos, entre outros. Já deu para perceber que a maioria destes valores variam muito, constantemente.

Isto posto, deve-se lembrar que o cálculo do capital de giro deve ser feito também com certa regularidade.

É ele que vai indicar como anda a saúde financeira da empresa.

Fórmula de capital de giro

A fórmula de capital de giro é bastante simples:

CGL – Capital de Giro Líquido

AC – Ativo Circulante

PC – Passivo Circulante

Fórmula: CGL= AC – PC

Fonte: Gestão Click

A democratização de acesso ao crédito precisa ser colocada ainda mais em prática

A pandemia de covid-19 derrubou a renda de muitas famílias brasileiras, com os índices de inadimplência registrados pela Serasa batendo recorde em abril, com 65,9 milhões de pessoas na lista de devedores e a taxa de desemprego atingindo 13,1% no mês de julho (IBGE).

Mesmo expressivo, o tsunami que o novo coronavírus causou em diversos negócios e orçamentos familiares não pode ser considerado o único motivo da inadimplência no país.

Isso porque, ainda de acordo com a Serasa, 4 de cada 10 adultos estão com contas em atraso e o montante deste grupo já estava na casa dos 60 milhões há um bom tempo.

Isso mostra que o problema, embora agravado pela crise econômica, já existia e o que percebemos no dia a dia é que a falta educação financeira tem um peso grande nessa conta.

E aí entramos em um ponto fundamental nos dias de hoje: o não pagamento de contas pode não somente acarretar no não recebimento de um serviço – como é o caso do fornecimento de luz e telefone – mas também abaixa o score do consumidor, que passa a ter, agora, as suas contas domésticas incluídas no Cadastro Positivo.

Por conta disso é que o citado histórico de comportamento de crédito, cuja lei de autorização foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro em abril de 2019, representa uma boa notícia para o cidadão, que pode ter maior disponibilidade de crédito no mercado, além de juros mais atraentes, partindo-se do pressuposto de que as instituições financeiras conseguem conhecê-lo melhor.

As pessoas são diferentes e, como tal, pagam contas de forma diferente. Parece óbvio, mas até pouco tempo atrás essa ideia não era colocada em prática.

Deixar de pagar uma conta de celular por esquecimento é diferente de se enrolar no cartão de crédito por negligência financeira, por exemplo. Dívidas não são iguais e as motivações que as antecedem também não.

Com a recente inclusão das telefonias no Cadastro Positivo e a eminente adição das contas de luz, água e gás, muitos consumidores sem acesso a empréstimos poderão se beneficiar, especialmente os desbancarizados, que não buscam o serviço nas instituições tradicionais.

A tendência é que o Cadastro ajude a mudar o comportamento das famílias, ao fazer com que a quitação das contas domésticas ganhe ainda mais importância, evitando, ao menos, parte da atual taxa de inadimplência mencionada.

No entanto, cabe dizer que a democratização do acesso ao crédito precisa ser colocada ainda mais em prática.

Avançamos no tema, mas ainda são quatro as empresas que controlam as informações em questão no Brasil, o que dificulta o dia a dia, especialmente, das fintechs que precisam pagar pela consulta ao Cadastro Positivo e, muitas vezes, descobrir que o cliente em questão não pode de fato tornar-se um cliente porque tem dívidas em atraso.

Ou seja, é importante acompanharmos a evolução deste modelo no Brasil e vermos se ele conseguirá atender aos que se afogaram nas ondas da crise.

Por Fernando Iodice, cofundador da fintech iq e vice-presidente do grupo Red Ventures no Brasil

Ciclo PDCA: Conheça a melhor forma de se realizar esse método

ciclo PDCA é um método que permite uma melhor organização das demandas, por meio de um sistema de divisão em etapas.

Também conhecido como ciclo de Deming ou ciclo de Stewart, o principal objetivo do PDCA é oferecer uma melhoria contínua em qualquer processo a que seja aplicado.

Sendo assim, essa metodologia auxilia o gestor e sua equipe a lidarem com diferentes níveis de dificuldade.

Dessa forma, estágio como planejamento, revisões e práticas aplicadas continuamente em diferentes técnicas do seu negócio, podem ser aprimorados.

A sigla é originária dos termos em inglês: Plan (Planejar), Do (Fazer), Check (Checar), Action (Agir).

Então, ao longo deste texto, a Saipos vai desbravar mais sobre essa ação interessante do mundo da gestão.

Vamos lá?

O que significa ciclo PDCA?

Vimos acima o significado que o significado da sigla PDCA é Planejar, Fazer, Checar e Agir.

Agora, vamos entender mais a fundo o que cada palavra quer dizer dentro dessa metodologia.

Elas formam o Ciclo da melhoria contínua, que vai do planejamento à ação de melhoria.

Pode ser definido, portanto, como um planejamento de quatro etapas, com começo, meio e fim – ou não, como veremos a seguir.

Planejar (Plan)

Essa é a primeira fase.

Aqui, o gestor deve identificar o problema a ser trabalhado ou o resultado a ser buscado, montando um plano de ação específico para esse isso.

Portanto, essa primeira etapa é a de um planejamento.

Sendo que ela é a base do gerenciamento necessário para melhorar os resultados do seu negócio.

Caso você não definir precisamente a sua dificuldade, ao chegar na próxima fase, perceberá que sua solução não foi eficaz.

Então, trata-se de um plano de ação que será detalhado após a identificação, reconhecimento das características e descoberta das causas principais do problema.

Fazer (Do)

Nessa etapa, acontece a realização de tudo que foi acordado no seu plano de ação.

Assim, todos os resultados são gerados a partir daí.

É importante lembrar que o nível dessas consequências depende da “qualidade” das ações e do grau de execução do plano de ação sugerido.

Portanto, aqui é a fase onde colocamos mãos à obra.

Todas as práticas devem estar alinhadas com o que foi planejado na fase anterior.

Caso o gestor tenha definido que o objetivo era melhorar suas competências na área de atendimento e planejou participar de um curso sobre o tema, este é o momento de providenciar a matrícula e frequentar as aulas.

Dessa maneira, é bastante importante manter um registro dos resultados para ser utilizado na etapa seguinte.

Checar (check)

Esta terceira fase é uma oportunidade de pensar sobre os resultados obtidos.

E, também, sobre o comprometimento de todos os envolvidos na aplicação das ações definidas.

Sendo assim, o gestor poderá identificar a diferença entre o que foi realizado e o que foi planejado no plano de ação, verificando o cumprimento dos padrões da qualidade.

Então, vale comparar o desempenho do gestor antes e depois do curso que se matriculou.

Existem diferenças na qualidade da capacidade de atendimento? Ele recebeu algum elogio por parte da equipe, sócios ou superiores?

Vale a pena a análise para entender os resultados.

Agir (Action)

Chegamos à última fase desta metodologia.

Foram aplicadas ações corretivas a partir dos resultados das etapas anteriores.

Dessa forma, é possível reiniciar o ciclo a partir das lições aprendidas no fase anterior.

O que estiver dentro do padrão de qualidade desejado é mantido.

Os pontos que puderem ser melhorados devem ser alvo de reavaliação.

Então, o método PDCA oferece uma melhoria contínua, a partir das constatações da etapa de verificação e das medidas corretivas da fase final.

Quais as vantagens de fazer um ciclo PDCA?

Como vimos até aqui , o ciclo PDCA é uma ferramenta estratégica que possibilita regularizar os processos do seu negócio com mais qualidade.

Assim, sua equipe será capaz de se organizar produtivamente nas atividades que são destinadas.

Isso porque cada etapa do ciclo PDCA é bem definida e tem finalidades específicas.

Portanto, essa metodologia otimiza o trabalho e auxilia no aprimoramento do desempenho das tarefas do seu time de funcionários.

Cada fase indica os pontos positivos e negativos, compartilhando a aplicação de medidas para corrigir e prevenir, gerando um conhecimento maior das demandas.

Dessa forma, os benefícios do ciclo PDCA também são:

  • Facilitar na realização de decisões assertivas;
  • Permitir que o gestor coordene ações para conseguir cumprir seus objetivos;
  • Permitir uma melhor identificação e correção de falhas;
  • Facilidade para enfrentar desafios e alcançar metas.

Além disso, existem outras vantagens que o ciclo PDCA pode trazer para seu negócio. Confira!

1. Auxilia na tomada de decisões 

Essa metodologia auxilia a entender os pontos positivos e negativos de um negócio, principalmente por ter um grande foco no aprimoramento.

Dessa maneira, optar pelo achismo acaba por gerar prejuízos e perdas dentro de suas ações.

Então, estudar todas as facetas do planejamento para depois tomar a decisão é uma das utilidades do método de ciclo PDCA.

2. Minimiza Custo

Utilizar o ciclo PDCA pode permitir que seu negócio teste uma mudança de processo em pequena escala.

Isso, claro, antes de gastar em um procedimento onde o funcionamento não é correto ou que requer ajustes.

Sendo assim, seu empreendimento pode funcionar normalmente enquanto você estuda o efeito de uma mudança no processo.

Isso porque um novo método pode requerer técnicas adicionais para entrar em produção.

Porém, antes de obter qualquer adicional, seu negócio pode testar, por meio do PDCA, o processo para garantir a meta desejada, como mais produtividade e melhoria da qualidade.

3. É ampliável

Já que o gestor apura e estuda com sucesso um novo procedimento ou técnica de processo, seu negócio pode expandir o experimento.

Assim, terá garantia de que ele pode possibilitar as vantagens esperadas.

Isso pode ser observado quando um novo recurso de produção proporciona diversas melhorias em um setor do empreendimento.

Então, passa a ser aplicado em outras áreas, com o objetivo de expandir as eficiências no seu negócio.

Entenda um exemplo de ciclo PDCA

Aqui vamos acompanhar um ciclo PDCA exemplo para compreender melhor a metodologia.

Vale ressaltar que esse método pode ser utilizado em qualquer tipo de negócio.

A Saipos vai exemplificar o uso do procedimento para você entender melhor.

Acompanhe!

1. Planejar (Plan)

Vamos começar considerando um gerente de restaurante com uma grande equipe para o ciclo PDCA exemplo.

Ele inicia o dia planejando suas atividades considerando as metas do time de colaboradores.

Então, após ter sua lista de tarefas validada por sua superior, passando para a fase seguinte.

2. Fazer (Do)

Durante o dia ele irá produzir tabelas de controle (estoque e vendas) utilizando as ferramentas adequadas para cada tarefa.

Quando necessário, ele irá interagir com outros membros da equipe em busca de informações sobre o projeto.

3. Checar (Check)

Perto do final do dia, o gerente fará uma revisão do que realizou até ali.

Dessa forma, esta etapa pode ser feita individualmente ou com o resto dos colaboradores.

Os objetivos individuais planejados para aquele dia foram alcançados? Nós avançamos como equipe?

4. Agir (Action)

Observando que os objetivo foram alcançados, o gerente pode se existia uma forma mais ágil de realizar alguma atividade.

Assim, a equipe pode avaliar qual o impacto destes novos passos conquistados para as outras áreas do restaurante.

Além disso, o time pode trocar experiências, possibilitando uma melhora em algum processo.

Caso os objetivos não tenham sido alcançados, este é o momento de questionar e refletir a razão das falhas.

Alguma atividade dependia da conclusão do trabalho de outro colaborador? O desconhecimento de alguma tecnologia prejudicou o resultado? O gerente falhou ao esquecer de dar alguma informação relevante a respeito do projeto?

Dessa maneira, o mais importante é que todos aprendam com as lições do dia e procurem aprimorar seus desempenhos individuais no dia seguinte.

Ciclo PDCA como fazer da melhor forma?

Não existe jeito errado de aplicar o ciclo PDCA.

Por ser uma metodologia adaptável e universal para todos os tipos de negócio, ela pode realmente ser utilizada de pequenos comércios a gigantes multinacionais.

Sendo assim, o ciclo PDCA como fazer tem como únicas obrigatoriedades as quatro fases que compõem o ciclo, conforme mostramos durante o texto.

Fora isso, cada pessoa e cada negócio terá seu próprio jeito de aplicar e implementar o processo.

Por isso, não existe uma receita correta a ser seguida.

Então, o importante é a aplicação do conceito e, claro, a obtenção de bons resultados.

Você pode até mesmo aplicar na sua vida pessoal.

Trace um objetivo e desenvolva o seu PDCA.

Com certeza trará ótimos resultados!

Fonte: Saipos

Simples Nacional: Projeto reduz alíquotas desse regime em 10% até o fim de 2020

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 231/20 reduz em 10%, até o final de 2020, as alíquotas cobradas de microempresas e empresas de pequeno porte optantes do Simples Nacional.

O texto tramita na Câmara dos Deputados.Jailson Sam/Câmara dos Deputados

A medida é proposta pelo deputado Giovani Cherini (PL-RS) e tem por objetivo reduzir o impacto econômico da pandemia de Covid-19 sobre os pequenos empreendedores brasileiros.

Cherini afirma que dados da Receita Federal apontam que a crise atingiu as microempresas com mais intensidade do que as firmas em geral, principalmente no comércio varejista.

“A fim de permitir a retomada, é premente minorar tributos para melhorar as condições de oferta e de demanda e, consequentemente, a arrecadação”, disse.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Conheça as 7 principais dificuldades do empreendedor no início da carreira

Todo mundo sabe que para se entrar na jornada do empreendedorismo é um caminho complicado e cheio de riscos.

Então, você que tanto sonha em começar o seu negócio próprio e sabe que desafios fazem parte desta etapa de sua vida, confira a seguir as 7 principais dificuldades que todo empreendedor passa no início da carreira.

1 – Acredite em você

Não se importe no que os outros vão dizer sobre a sua decisão.

Se apegue apenas a informações de incentivo e dicas para ser um excelente empreendedor.

Muitos negócios por mais incríveis que sejam a sua ideia, muitas vezes acabam não dando certo porque o próprio empreendedor não acredita em si mesmo.

Você próprio é a maior força e o maior incentivo que o seu negócio poderá ter, esta teoria já foi bastante discutida em diversas palestras e debates sobre os maiores problemas que todo empreendedor pode passar no início de carreira.

2 – Conheça o seu produto

Você vende aquilo que acredita e conhece.

Não adianta muito ter várias técnicas de venda achando que fará o seu negócio dar certo se você conhece o seu produto superficialmente.

Estude e aprenda o máximo de informações sobre os pós e contras do seu produto.

Um vendedor não pode ocultar os contras de seu produto apenas para vender.

Isso fará com que você perca credibilidade no mercado.

Independente do seu nicho de mercado, um novo empreendedor deve estar bem atualizado e bem informado sobre o seu produto ou serviço, ainda mais nos dias de hoje que o seu cliente possui acesso a internet e pode pesquisar sobre o que quiser.

3 – Não execute, crie!

Este é um dos problemas mais difíceis de se resolver em para um novo empreendedor.

Mas um problema ser difícil não quer dizer que ele é impossível.

Nem todo mundo possui o dom com a facilidade da criação.

A maioria das pessoas acabam tendo dificuldades na hora de criar algo.

Seja um produto, um serviço, qualquer coisa.

Procure não deixar que este obstáculo te jogue para uma zona de conforto: a de apenas executar os serviços impostos.

Tente sempre estar criando, procurando por novos produtos, serviços e soluções.

Seja diferente e destaque-se cada vez mais no mercado através de soluções inovadoras para os seus clientes.

Mas para isso, é necessário que suas ideias estejam bem alinhadas com as dores e necessidades de seus clientes.

Dificuldades do empreendedor iniciante

4 – Sucesso é um negócio estável

Muitos empreendedores iniciantes confundem sucesso com uma empresa que possui um negócio estável.

Os novos empreendedores acabam se importando muito com sua aparência perante a sociedade (tanto física quanto de bens materiais) e não associam que  alma para o sucesso de seu negócio é que a empresa funcione bem, obtendo lucros cada vez maiores.

5 – Analise o mercado e se adapte a ele

Em meio a tanta informações, tanto para os novos empreendedores como para os clientes destes novos empreendedores, é necessário ressaltar também o processo constante de evolução de todos os seguimentos.

Esteja sempre com a mente aberta e procurando por novas soluções.

O mercado muda rapidamente e quem não acompanha cada mudança, fica para trás e não consegue ter sucesso em seu negócio, podendo até chegar a falência.

Busque conversar com seus clientes, veja o que ele procura além das tendências de mercado.

Converse com outros empreendedores também, isso ajuda muito a ter novas ideias e a aprender a corrigir alguns erros cometidos.

Não ficar estagnado é chave de sucesso para o seu negócio, seja ele qual for.

6 – Aprenda a divulgar a sua empresa

Um dos principais problemas e também o maior erro do empreendedor é pecar em não divulgar a sua empresa ou divulga-la de forma errada.

Ganhando uma atenção a cada vez maior quando se trata de propaganda, o marketing digital veio para ajudar muitas empresas e ainda é capaz de te ajudar a ganhar dinheiro com a internet.

Muitos usuários da internet estão deixando de utilizar os desktops e estão utilizando no lugar os dispositivos móveis como os smartphones e tabletes, por isso na hora de investir na página de sua empresa invista na atualização do algoritmo e atualize seus sites para os dispositivos móveis.

Aposte em marketing através das redes sociais como Facebook e Instagram.

Hoje em dia são ferramentas fundamentais para quem quer alavancar o seu negócio.

Divulgue seus produtos, faça artigos relacionados a seus serviços e produtos.

Os clientes gostam de quem dá informação e não quem oculta.

São estes conteúdos que fazem a diferença no marketing digital.

Se as pessoas gostarem do seu conteúdo, elas irão compartilhar e divulgar para outras pessoas.

E lembre-se: quem não é visto, não é lembrado.

Ferramentas como a sua associação com outros blogs: Google Adsense, Hotmart, YouTube e outros meios de divulgação virtual também são ótimas opções para a divulgação.

7 – Conheça seu público alvo

Outro problema que o empreendedor iniciante passa é não conhecer direito o seu público alvo.

Antes de começar a divulgar o seu novo negócio as pessoas através de panfletagem, a se expor na internet nas redes sociais e em qualquer outro meio de divulgação, você deve saber quem é o seu público alvo.

Você tendo este conhecimento, será muito fácil buscar a aprovação e bombar na rede cibernética e também de outras formas que escolheu.

A postura, forma de se vestir, como decoração, o local de atendimento, o palavreado também faz toda a diferença quando se sabe qual categoria de público alvo se quer atingir.

Fonte: Actana

Como está sendo o comportamento financeiro dos consumidores na pandemia?

Uma pesquisa realizada pela Acordo Certo, fintech de soluções voltadas para o bem-estar financeiro dos consumidores, com 1.487 pessoas entre os dias 11 e 14 de agosto, revelou que 82% das pessoas priorizaram algumas contas em detrimento de outras no primeiro semestre do ano, sendo que, destas, 74% ainda não haviam regularizado todas.

Estes números são reflexo dos impactos negativos da pandemia da Covid-19 na vida financeira dos brasileiros. Cerca de 70% declararam que tiveram a renda familiar diminuída.

Quase metade dos entrevistados não teve alteração na situação de trabalho. Ainda assim, três em cada dez relatam que deixaram de trabalhar após a pandemia.

Negociação de dívidas foram as contas que os consumidores mais deixaram de pagar, seguidas por cartão de crédito e conta de luz que aparecem na sequência.

Mais da metade dos entrevistados precisou pedir dinheiro emprestado para pagamento de dívidas.

Cerca de 53% pediu a algum amigo ou parente. Para conseguir quitá-las, o parcelamento e a diminuição dos juros são as soluções mais citadas.

71% negociaram dívidas pela Acordo Certo, destes 35% afirmam terem contraído as dívidas por conta dos efeitos da pandemia.

Entre as pessoas que solicitaram saque emergencial do FGTS ou auxílio emergencial, o principal uso foi para pagamento de contas atrasadas e compra de alimentos.

Os benefícios também foram usados para pagamentos de contas mensais e também para pagar amigos ou parentes.

Apesar de tudo isso, as pessoas ainda estão buscando negociar as dívidas e fazer acordos para aliviar a situação.

Na Acordo Certo, de janeiro a julho foram realizadas mais de 1,5 milhão de renegociações, mostrando que as pessoas continuam preocupadas em quitar essas dívidas e limpar o nome.

“Ninguém gosta de ficar inadimplente, mas é natural que com o orçamento apertado, algumas contas mais urgentes e compra de comida sejam priorizadas.

Outra pesquisa que fizemos em maio, já indicava que as pessoas achavam que não conseguiriam pagar todas as dívidas no curto prazo.

Quando as finanças estiverem menos fragilizadas, as pessoas precisarão de soluções que as ajude a retomar ao equilíbrio”, pontua Thales Becker, CMO da Acordo Certo

Por Acordo Certo 

Simples Nacional: Prazo DEFIS termina este mês

Simples Nacional surgiu como uma modalidade tributária com uma proposta básica e bem simples, onde vários impostos se unem em um só.

Muitos empreendedores optam pelo Simples Nacional e, junto a ele, tem também o DEFIS. Mas o que é DEFIS, afinal?

DEFIS, resumidamente falando, é uma declaração feita diretamente à Receita Federal e é exclusiva para quem é optante pelo Simples Nacional.

Esta declaração é feita anualmente e é obrigatória (exceto para MEI’s). Neste ano de 2020, houve algumas alterações nos prazos.

Neste post você vai ficar sabendo mais sobre o que é DEFIS, como é feita esta declaração e para que ela serve, os prazos e principais orientações bem como todas as alterações e prorrogações previstas para este ano de 2020.

Acompanhe tudo! Mas antes, você já conhece as novas regras e limites da tabela do Simples Nacional 2019? Leia mais!

DEFIS: o que é?

DEFIS: o que é a sigla para Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais.

Na verdade, o documento serve para informar à Receita Federal dados econômicos, sociais e fiscais de todas as empresas brasileiras que são optantes pelo Simples Nacional, além de comprovar se foram e quais foram os impostos recolhidos.

Muitos contribuintes lembram bem da DASN – Declaração Anual do Simples Nacional, que foi substituída pela DEFIS, conforme ficou determinado na Resolução CGSN 94/2011.

Muda-se a nomenclatura, mas, apesar disso, a função se mantém.

O DASN ficou para os microempreendedores individuais optantes do Simples Nacional.

É muito comum ainda que a maioria dos contribuintes confundam a DEFIS com o IRPJ.

No entanto, são coisas diferentes e distintas, tanto pela função de um e outro como também pelas informações que cada declaração deve ter dos contribuintes.

Prazo Defis 2020

Por conta da pandemia causada pela COVID-19, o governo tomou uma série de medidas visando minimizar os impactos à economia brasileira e uma destas medidas foi justamente a prorrogação do Prazo Defis 2020 para envio de mais duas importantes declarações além do DEFIS: o DASN e o IRPF.

Vale sinalizar ainda que não houve alteração na data de pagamento da guia com referência ao mês de fevereiro de 2020, que teve seu vencimento normal em 20 de março.

Os novos prazos estabelecidos para o Simples Nacional, DEFIS e DASN são referentes ao pagamento dos meses de março, abril e maio deste ano.

Simples Nacional: prazo DEFIS termina este mês

prazo inicial do DEFIS era exatamente 20 de abril de 2020, seguindo-se de 20 de maio e 20 de junho.

No entanto, como já dito inclusive, o Comitê Gestor prorrogou estes prazos de pagamentos do Simples Nacional referentes a estes meses.

Os novos prazos foram redefinidos e passaram a ser 20 de outubro, 20 de novembro e 21 de dezembro de 2020.

É importante sinalizar que, apesar desta prorrogação dos tributos federais, à exceção do MEI, todas as demais empresas optantes pelo Simples Nacional poderão ter tributos estaduais a recolher.

Outrossim, o momento que o país vive, de crise econômica e da saúde, fez ainda com que muitos estados adotassem também medidas parecidas, onde impostos possuirão prorrogação de pagamentos ou até isenção.

No entanto, isto varia de estado para estado, não há uma regra única.

Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais

O que se sabe é que praticamente todos os estados brasileiros estão de uma forma ou outra adotando medidas específicas visando ajudar o setor empresarial.

Sendo assim, o melhor a fazer é consultar a prefeitura e o governo de se estado para saber sobre estas e outras tributações pertinentes.

Outros adiamentos deste ano:

Como dissemos logo acima, o governo federal tomou medidas preventivas para tentar acalmar os ânimos e tendências negativas da economia e uma destas medidas foi a prorrogação de alguns tributos, no âmbito federal.

Já citamos aqui as datas do Simples Nacional, DEFIS e DASN e o IRPF também sofreu alterações nos prazos.

Isto representa, em termos econômicos, um fôlego a mais muito importante para empresas e cidadãos de um modo geral.

IRPF

O prazo para a declaração do IRPF, originalmente, sempre foi o final de Abril (30/04) e este ano não foi diferente.

No entanto, diante da nova realidade que vive o país, em termos de crise causada pelo Coronavírus, o governo federal, em meio à estas medidas preventivas para a economia que já citamos acima, determinou também a prorrogação dos prazos do IRPF.

José Tostes Neto, então secretário da Receita Federal, fez o anúncio pela impresa no dia primeiro de abril, oficializando a prorrogação do prazo de entrega da declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) por 60 dias ao todo.

Desta forma, o antigo prazo de 30 de abril passou a ser 30 de junho.

Igualmente, o vencimento das cotas do imposto também sofreu prorrogação onde a primeira cota ou cota única tem agora data de vencimento em 30 de junho de 2020.

As demais cotas irão vencer no último dia útil dos meses subsequentes, onde o vencimento da última e 8ª cota sem em 29 de janeiro do ano de 2021.

Para quem já entregou sua declaração referente a 2020, a Receita Federal informou que a versão do Programa gerador da Declaração (PGD) será atualizada automaticamente, onde será possível gerar um novo DARF.

DASN-SIMEI

O prazo inicial de envio da DASN-SIMEI 2020 já teve início em janeiro e iria terminar em 31 de maio de 2020.

Diante da prorrogação, sinalizada pelo governo federal, o prazo para este mesmo envio passou a ser o dia 30 de junho deste ano.

No entanto, é aconselhável que esta declaração seja feita com boa antecedência, como uma das formas de entrega-la corretamente e evitar atrasos, multas ou outras penalidades, o que comprometeria significativamente a sua empresa e o seu negócio.

Para fazer esta declaração, basta acessar a página emissora do DARF e clicar na opção de “emissão de guia para pessoa jurídica”.

Confira os dados que você precisará informar:

• O CNPJ de sua empresa;

• Indicar qual o período de apuração;

• Informar o código da receita correspondente;

• Informar a quantia total;

• Informar a data de pagamento.

Fonte: Gestão Click

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