PIB cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, apresentou crescimento de 1,4% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao quarto trimestre do ano passado.

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, apresentou crescimento de 1,4% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao quarto trimestre do ano passado. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em valores correntes, o PIB somou R$ 3 trilhões no trimestre.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2024, o PIB teve alta de 2,9%. Já no acumulado de 12 meses, a economia brasileira cresceu 3,5%.

PIB cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025

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O crescimento do quatro trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano foi puxado pela agropecuária, com alta de 12,2%. Os serviços cresceram 0,3%. A indústria teve variação negativa (-0,1%).

Segundo a pesquisadora do IBGE Rebeca Palis, o crescimento da agropecuária pode ser explicado por “condições climáticas favoráveis e expectativa de safra recorde da soja, nossa principal lavoura”.

Dentro do setor de serviços, que responde por 70% da economia brasileira, os destaques ficaram com as atividades de informação e comunicação (3,0%), outras atividades de serviços (0,8%) e atividades imobiliárias (0,8%). Também cresceram administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,6%), comércio (0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (0,1%). Apenas o segmento de transportes, armazenagem e correio teve queda, de 0,6%.

Em relação às atividades industriais, cresceram os segmentos de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (1,5%) e indústrias extrativas (2,1%). Por outro lado, houve queda nas indústrias de transformação (-1%) e na construção (-0,8%).

Sob a ótica da demanda, houve crescimentos de 3,1% na formação bruta de capital fixo (investimentos), de 2,9% na exportação de bens e serviços e de 1% na despesa de consumo das famílias. Por outro lado, a importação de bens e serviços, que conta negativamente para a conta do PIB, cresceu 5,9%.

Na comparação com o trimestre anterior, essa é a 15ª alta consecutiva do PIB brasileiro, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2021. Já na comparação com o mesmo período do ano anterior, essa é a 17ª alta consecutiva, ou seja, desde o primeiro trimestre de 2021.

No acumulado de 12 meses, a taxa de 3,5% é a maior desde o segundo trimestre de 2023 (3,8%) e a 16ª alta consecutiva, ou seja, desde o segundo trimestre de 2021.

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Os 7 Erros Comuns que Administradores de Empresas Cometem e Como Evitá-los

Administrar uma empresa não é uma tarefa fácil. Muitos administradores enfrentam desafios diários que podem afetar a lucratividade e a sustentabilidade do negócio. No entanto, alguns erros são recorrentes e podem ser evitados com um planejamento adequado e um acompanhamento eficaz. Neste artigo, vamos discutir os principais erros que os administradores de empresa cometem e como contorná-los.

Um dos maiores erros é a falta de planejamento financeiro. Muitas vezes, os gestores não dedicam tempo suficiente para elaborar um orçamento realista. Isso pode levar a déficits inesperados e à dificuldade de tomada de decisões mais embasadas. Os 7 Erros Comuns que Administradores de Empresas Cometem e Como Evitá-los Para evitar essa armadilha, é essencial implementar uma gestão financeira rigorosa, com monitoramento constante de receitas e despesas. Outra prática recomendada é realizar previsões financeiras que ajudem a antecipar crises e ajustar o planejamento.

Além do planejamento, a falta de acompanhamento pode ser fatal. Há uma tendência entre alguns administradores de focar apenas em resultados finais, sem observar os índices de desempenho ao longo do caminho. Essa abordagem pode resultar em surpresas desagradáveis e em uma visão distorcida do que realmente está acontecendo na empresa. A criação de indicadores-chave de desempenho (KPIs) pode facilitar esse acompanhamento e levar a uma tomada de decisão mais estratégica.

Outro erro comum é a resistência a mudanças. Em um mundo de constantes transformações, algumas empresas ainda se agarram a processos obsoletos. Essa inércia pode prejudicar a inovação e a competitividade no mercado. É fundamental que os administradores estejam abertos a novas ideias e que incentivem uma cultura de inovação dentro da organização. Workshops, treinamentos e a escuta ativa da equipe podem ser passos importantes nessa direção.

Além disso, a falta de comunicação clara dentro da empresa é um erro muitas vezes negligenciado. Um gestor que não se comunica bem com sua equipe pode criar um ambiente de trabalho desmotivador. É crucial estabelecer canais de comunicação eficazes e fornecer feedbacks regulares, tanto positivos quanto construtivos. Essa prática não só melhora o moral da equipe, como também aumenta a produtividade e o engajamento.

Por último, mas não menos importante, muitos administradores cometem o erro de subestimar a importância do relacionamento com os clientes. Ignorar o feedback do consumidor pode levar uma empresa a perder market share para concorrentes mais atentos às necessidades do mercado. Investir em um bom atendimento ao cliente e em canais de comunicação pode fazer toda a diferença e fidelizar sua base de clientes, garantindo assim um fluxo de receita consistente.

Em resumo, evitar esses erros comuns pode ser a chave para o sucesso de sua empresa. O planejamento financeiro adequado, o acompanhamento constante dos resultados, a abertura para mudanças, a comunicação eficaz e a valorização do relacionamento com os clientes são pontos cruciais. Esteja sempre atento a esses aspectos e busque ajuda especializada quando necessário. Contar com um escritório contábil pode ser um grande diferencial na gestão do seu negócio!

Autor: RodrigoStudio.com.br

Prazo para entrega da Declaração Anual do MEI termina no sábado (31). Atraso pode gerar multa

Os microempreendedores individuais (MEI) que não entregarem até sábado (31) a Declaração Anual (DASN-Simei) estão sujeitos a multa de, no mínimo, R$ 50 ou de 2% do total de faturamento por mês atrasado, limitado a 20% da receita anual.

Os microempreendedores individuais (MEI) que não entregarem até sábado (31) a Declaração Anual (DASN-Simei) estão sujeitos a multa de, no mínimo, R$ 50 ou de 2% do total de faturamento por mês atrasado, limitado a 20% da receita anual. Além da multa, os MEIs que não apresentarem o documento no prazo estão sujeitos a outras penalidades, que podem chegar até o cancelamento do CNPJ.

Prazo para entrega da Declaração Anual do MEI termina no sábado (31). Atraso pode gerar multaO preenchimento exige apenas informações como o faturamento anual e dados sobre a contratação de empregados. O documento tem o objetivo de prestar contas à Receita Federal de que a empresa está operando dentro das regras e limites de faturamento, que é de R$ 81 mil por ano. Mesmo quem não teve movimentação financeira em 2024 deve preencher a declaração.

A declaração é obrigatória e necessária para que o empresário continue tendo acesso às vantagens que o MEI oferece, como a participação em compras públicas, emissão de notas fiscais, microcréditos, benefícios previdenciários, dentre outros.

Lillian Callafange, analista de políticas públicas do Sebrae.

Preenchimento

Formado em Serviço Social, Alberto Santiago encontrou no empreendedorismo uma porta aberta cheia de possibilidades. Como MEI, ele participa de licitações para prestar assessoria técnica, voltada aos programas sociais, na prefeitura de Nova Roma (GO), onde reside, e em municípios próximos.

Além disso, o seu CNPJ permite que ele atue na organização de eventos e realize treinamentos. Alberto conta que é muito organizado na gestão da empresa. O pagamento mensal da DAS é realizado em débito automático na conta bancária. Quanto à declaração anual, ele já a fez em janeiro.

Com a nota fiscal eletrônica ficou muito fácil. Antes eu tinha que ligar na prefeitura e agora consigo acessar um relatório com todas as notas que eu emiti durante aquele ano. No portal gov.br, é possível acessar tudo.

Alberto Santiago, empreendedor.

Com sua experiência como MEI, ele também encontra tempo para ajudar outras pessoas sem cobrar nada. “Para mim, é muito fácil. Eu já ajudei umas 15 pessoas a se formalizarem e dou orientações como pagar a DAS e fazer a declaração anual”, compartilhou.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

 

BC anuncia sistema para bloquear abertura de contas fraudelentas

O Banco Central (BC) anunciou, nesta segunda-feira (26), a implementação de um novo sistema para que os correntistas possam bloquear a abertura de contas fraudulentas em seu nome.

O Banco Central (BC) anunciou, nesta segunda-feira (26), a implementação de um novo sistema para que os correntistas possam bloquear a abertura de contas fraudulentas em seu nome. O serviço deve ficar disponível em até seis meses. Segundo a resolução do BC, isso deve ocorrer até 1º de dezembro.

BC anuncia sistema para bloquear abertura de contas fraudelentas

O BC informou que a nova funcionalidade foi desenvolvida para evitar a abertura de contas com identidade falsa, ou a inclusão de um novo titular em contas conjuntas, ou de novos responsáveis em contas de pessoas jurídicas.

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“O sistema do BC permitirá ao cidadão reverter a informação, por tempo indeterminado, ou não, conforme sua vontade, a qualquer momento. O sistema mostrará as ativações e as desativações realizadas, bem como as consultas feitas por instituições financeiras sobre a possibilidade de abertura de novas contas”, disse a instituição.

Pelo novo sistema, a pessoa deverá acessar a página Meu BC, fazer o login e informar que não quer abrir uma nova conta, seja corrente, poupança ou de pagamento. A decisão é opcional e poderá ser revertida a qualquer momento.

Valores a receber

Outra nova funcionalidade anunciada diz respeito ao Sistema Valores a Receber (SVR). A partir desta terça-feira (27), será possível habilitar a solicitação automática de resgate de valores. A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem tem chave Pix do tipo CPF. Quem ainda não tem essa chave, deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.

“A novidade é apenas na forma de solicitar o resgate. Antes, era necessário fazer um procedimento manual para cada pedido de resgate. Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. Todas as demais funcionalidades do sistema continuam iguais”, esclareceu o BC.

Segundo a autoridade monetária, com a nova funcionalidade não será preciso consultar o sistema periodicamente, nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que existe em seu nome. Quando algum valor for devolvido, o crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.

“A adesão ao novo serviço é facultativa. Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativada”, disse o BC.

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Domine suas Finanças: Estratégias Práticas para Controle de Custos, Fluxo de Caixa e Rentabilidade

No mundo dos negócios, o controle de custos, o fluxo de caixa e a rentabilidade são fatores cruciais para a saúde financeira da sua empresa. Implementar estratégias eficazes pode ser o diferencial entre o sucesso e o fracasso. A seguir, abordaremos algumas técnicas práticas que podem ser aplicadas no dia a dia da sua organização, contribuindo para uma gestão financeira mais eficiente e transparente.

Domine suas Finanças: Estratégias Práticas para Controle de Custos, Fluxo de Caixa e Rentabilidade Começaremos com o controle de custos. O primeiro passo é mapear todas as despesas da empresa, desde as fixas até as variáveis. Isso permite identificar onde está o seu dinheiro e possibilita o corte de gastos desnecessários. Considere também a implementação de um software de gestão, que pode automatizar esse processo e facilitar a visualização das informações financeiras. Utilizar relatórios periódicos te ajudará a tomar decisões informadas e a aumentar a rentabilidade.

Outra estratégia importante é o acompanhamento do fluxo de caixa. Uma gestão adequada do fluxo de caixa é vital para garantir que sua empresa tenha recursos suficientes para honrar seus compromissos financeiros. Para isso, implemente um controle rigoroso das entradas e saídas. Isso inclui faturamento, recebimentos e pagamentos. Ter um fluxo de caixa projetado pode ajudar a prever períodos de escassez e a tomar providências com antecedência.

Além disso, a análise de rentabilidade é fundamental para entender o que realmente traz retorno financeiro para seu negócio. Avalie cada produto ou serviço oferecido e verifique quais são os mais lucrativos. Isso permitirá que você direcione seus esforços para aumentar a produção dos itens mais rentáveis e planejar ações para melhorar a margem de lucro dos menos lucrativos.

Outra estratégia eficaz é a redução de custos fixos. Examinar contratos, renegociar com fornecedores e revisar assinaturas de serviços pode resultar em uma economia significativa. Considere também a terceirização de algumas atividades que não são o foco principal da sua empresa. Isso permite que você atue com eficiência e concentre recursos em atividades que impactam diretamente no aumento da rentabilidade.

Por último, mas não menos importante, é fundamental que a sua equipe seja engajada nas práticas de controle de custos e gerenciamento do fluxo de caixa. Treinamentos regulares e a criação de uma cultura de responsabilidade financeira podem fazer toda a diferença. Envolver todos os colaboradores nesse processo não só traz mais clareza ao planejamento financeiro, mas também cria um ambiente corporativo mais saudável e sustentável.

Em resumo, aplicar estas estratégias práticas de controle de custos, fluxo de caixa e rentabilidade pode transformar a realidade financeira da sua empresa. A gestão financeira não deve ser vista como uma obrigação, mas como uma ferramenta poderosa de crescimento. Ao implementar essas técnicas, você estará cada vez mais preparado para enfrentar os desafios do mercado e garantir um futuro próspero para o seu negócio.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Compensação de perdas com IOF deve ser decidida até o fim de semana, sinaliza ministro

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo espera tomar uma decisão até o fim desta semana sobre uma possível compensação para eventuais perdas ao setor produtivo com o aumento das alíquotas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que o governo espera tomar uma decisão até o fim desta semana sobre uma possível compensação para eventuais perdas ao setor produtivo com o aumento das alíquotas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF). O chefe da pasta participou, nesta segunda-feira (26/5), de um evento na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), no Rio de Janeiro.

Compensação de perdas com IOF deve ser decidida até o fim de semana, sinaliza ministro

“Nós temos até o final da semana para decidir compensar, se com mais contingenciamento ou com alguma substituição. Até o final da semana, nós vamos tomar essa decisão”, afirmou o ministro.

Também hoje a CNI e outras entidades que representam o setor privado publicaram uma nota manifestando preocupação com as medidas do governo federal. Uma das preocupações do setor é o encarecimento do acesso ao crédito, com a elevação das alíquotas para as empresas. Sobre esse tema, Haddad comparou as mudanças ao aumento da taxa básica de juros, a Selic, a 14,75% ao ano.

“Quando sobe a Selic, aumenta o custo do crédito. Está igual. Quando aumenta a Selic, aumenta o custo de crédito e nem por isso os empresários deixam de compreender a necessidade da medida”, acrescentou o chefe da pasta, que disse, ainda, que o objetivo do governo é cumprir a meta fiscal para os próximos dois anos.

“Nós temos um marco fiscal, o que está sendo reforçado pelas medidas. Nós temos até 2,5% de aumento real do gasto público de teto. É daí para menos. Nós vamos seguir a regra fiscal, conforme combinado com o Congresso Nacional”, completou Haddad.

Fonte: Correio Braziliense

Confiança do consumidor sobe e impacta positivamente os pequenos negócios

Os consumidores brasileiros estão mais otimistas em relação à sua situação financeira atual e às perspectivas econômicas futuras. Em maio, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) teve uma alta de 1,9 ponto e chegou em 86,7 pontos – terceiro crescimento consecutivo.

Os consumidores brasileiros estão mais otimistas em relação à sua situação financeira atual e às perspectivas econômicas futuras. Em maio, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) teve uma alta de 1,9 ponto e chegou em 86,7 pontos – terceiro crescimento consecutivo.

Confiança do consumidor sobe e impacta positivamente os pequenos negóciosPara o coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae, Giovanni Beviláqua. Essa é uma boa notícia para os empresários, servindo como termômetro com pistas diretas sobre o interesse das famílias de consumir bens e serviços.

“Para os pequenos negócios, que dependem fortemente do consumo local e da demanda imediata, essa melhora na confiança tende a aumentar o fluxo de clientes e as vendas, especialmente no comércio e serviços, que são os setores predominantes nas micro e pequenas empresas”, justifica.

A confiança maior reduz o pessimismo e pode estimular o uso do crédito, ampliando o poder de compra mesmo diante de uma inflação ainda presente, porém controlada.

Giovanni Beviláqua, coordenador de Acesso a Crédito e Investimentos do Sebrae.

O FGV Ibre também avaliou o Índice de Situação Atual (ISA), que demonstra a avaliação sobre o momento atual da economia, que registrou um crescimento de 2,9 pontos em maio, chegando a 84 pontos, além do Índice de Expectativas (IE), que também subiu 1 ponto. A alta na confiança dos consumidores ocorreu em todas as faixas de renda apuradas na sondagem, com destaque entre aqueles que recebem até R$ 2,1 mil.

“Esse dado sugere que o impacto positivo não está restrito a consumidores de alta renda, mas alcança também os segmentos mais sensíveis e representativos do mercado nacional. Isso é relevante para os pequenos negócios, que atuam em nichos locais e com clientelas diversificadas”, observa Giovanni.

Portanto, a alta na confiança do consumidor sinaliza um ambiente mais favorável para o crescimento das vendas, ajudando a reverter as perdas recentes e a melhorar o desempenho financeiro desses empreendimentos.

Giovanni Beviláqua, coordenador do Sebrae.

De acordo com Giovanni Beviláqua, essa situação cria um ciclo virtuoso, em que consumidores mais confiantes compram mais, o que melhora o faturamento dos pequenos negócios, que por sua vez podem investir e gerar empregos, reforçando a economia local e a percepção positiva geral. “A alta na avaliação da situação atual é tanto um reflexo quanto um motor da melhora econômica nos níveis mais próximos do consumidor final, onde os pequenos negócios têm papel central”, reforça.

Foto: Divulgação.

Dicas

O Sebrae aponta estratégias que podem contribuir para o aumento no faturamento em um cenário com melhor projeção de negócios.

1) Atendimento

É fundamental investir em atendimento personalizado e na experiência do cliente, pois consumidores mais confiantes tendem a valorizar a qualidade do serviço e o relacionamento direto, o que pode fidelizar a clientela local.

2) Produtos ofertados

É recomendável ampliar o mix de produtos e serviços, especialmente aqueles que atendem às necessidades emergentes das famílias, como bens duráveis e itens de consumo recorrente, o que pode representar uma oportunidade para promoções e ofertas específicas.

3) Gestão financeira

A gestão eficiente do fluxo de caixa e o controle rigoroso dos custos são muito importantes para garantir competitividade e sustentabilidade diante do cenário econômico ainda incerto.

4) Mercado Digital

Aproveitar canais digitais para ampliar o alcance e facilitar o acesso dos consumidores aos produtos pode ser um diferencial, considerando que a confiança crescente pode estimular compras on-line e presenciais.

5) Atenção à economia

Os pequenos negócios devem monitorar constantemente os indicadores econômicos e de confiança, ajustando suas estratégias conforme as mudanças nas expectativas dos consumidores, para antecipar tendências e responder rapidamente às demandas do mercado.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias.

Transformações nas Leis Trabalhistas: O Impacto Direto no Custo Operacional das Empresas

O cenário das legislações trabalhistas no Brasil vem passando por profundas mudanças nos últimos anos. Essas transformações visam adaptar-se às novas dinâmicas de mercado, mas trazem consigo uma série de desafios para os empreendedores. Compreender como essas novas normativas afetam o custo operacional das empresas é crucial para a sobrevivência e prosperidade no ambiente de negócios atual.

Transformações nas Leis Trabalhistas: O Impacto Direto no Custo Operacional das Empresas À medida que as leis mudam, muitas empresas se veem na necessidade de rever suas práticas trabalhistas e, consequentemente, seus orçamentos. Uma das principais alterações que impactam diretamente os custos é a reforma trabalhista, que introduziu novas formas de contratação e flexibilização de jornadas. Essa mudança pode gerar economia, mas também exige planejamento estratégico por parte dos gestores, que precisam estar atentos às implicações financeiras de cada nova contratação.

Outro aspecto relevante são as novas obrigações acessórias que surgem com as legislações. A necessidade de manter registros mais rigorosos e a implementação de sistemas para controle de ponto, por exemplo, aumentam os custos operacionais das empresas. É importante que os empresários se atualizem sobre essas exigências, pois a falta de conformidade pode acarretar multas e outras penalidades, elevando ainda mais os gastos.

Além disso, a legislação que trata da segurança e saúde no trabalho ganhou destaque, impondo novos padrões que devem ser seguidos pelas empresas. O investimento em treinamentos e adequação dos ambientes de trabalho pode inicialmente parecer um custo elevado, mas, a longo prazo, contribui para a redução de acidentes e, portanto, para a diminuição de despesas com medicina e segurança do trabalho.

É fundamental que os empreendedores compreendam que o impacto das leis trabalhistas no custo operacional não se resume apenas a números. A relação com os colaboradores também é afetada, uma vez que a satisfação da equipe e o clima organizacional influenciam diretamente a produtividade. Uma equipe motivada e bem informada sobre seus direitos tende a trabalhar com mais eficiência, gerando um retorno positivo em termos de receitas.

Por fim, a adaptação às novas legislações trabalhistas deve ser encarada como uma oportunidade de inovação. Com a ajuda de um escritório contábil especializado, as empresas podem encontrar formas mais eficientes de gerenciar suas operações, adequando-se às novas exigências sem comprometer sua saúde financeira. Investir em consultoria contábil é, sem dúvida, uma estratégia inteligente para mitigar os custos e garantir a conformidade com a legislação vigente.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Prévia da inflação oficial recua para 0,36% em maio, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,36% em maio deste ano. A taxa é inferior às observadas nas prévias do mês anterior (0,43%) e de maio de 2024 (0,44%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado o IPCA-15 acumula taxa de 2,80% no ano. Em 12 meses, o IPCA-15 acumulado chega a 5,40%, abaixo dos 5,49% acumulados até abril deste ano.

Prévia da inflação oficial recua para 0,36% em maio, diz IBGE

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Em maio, sete dos nove grupos de despesas apresentaram inflação. Os destaques ficaram com saúde e cuidados pessoais (0,91%) e habitação (0,67%).

Em saúde e cuidados pessoais, a inflação foi puxada pelos produtos farmacêuticos, que tiveram alta de preços de 1,93%. No grupo habitação, as principais influências vieram de energia elétrica residencial (1,68%), principal impacto individual do IPCA-15, e água e esgoto (0,51%).

Os alimentos tiveram inflação de 0,39%, abaixo do 1,14% da prévia de abril. Também apresentaram alta de preços no mês, os grupos de despesa vestuário (0,92%), despesas pessoais (0,50%), comunicação (0,27%) e educação (0,09%).

Por outro lado, os grupos transportes e artigos de residência registraram deflação (queda de preços) e ajudaram a frear a inflação na prévia do mês.

Em transportes, a taxa caiu 0,29%, puxada por recuos na passagem aérea (-11,18%) e ônibus urbano (-1,24%). Já artigos de residência tiveram queda de preços de 0,07%.

O IPCA-15 é calculado com base em preços coletados nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia.

A prévia de maio se baseia em preços coletados no período de 15 de abril a 15 de maio de 2025 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 18 de março a 14 de abril de 2025 (base).

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O Papel Transformador do Contador: Como Atuar como Consultor para o Crescimento do Seu Negócio

No mundo dos negócios, um contador vai muito além de simplesmente registrar e analisar números. Hoje, esse profissional desempenha um papel fundamental como consultor, oferecendo insights valiosos que podem impulsionar o crescimento das empresas. A atuação do contador como consultor estratégico é essencial para ajudar os empresários a tomarem decisões informadas e planejadas. Vamos explorar como essa parceria pode ser vantajosa para o seu negócio.

O Papel Transformador do Contador: Como Atuar como Consultor para o Crescimento do Seu Negócio Um contador consultor possui a capacidade de identificar oportunidades escondidas dentro dos dados financeiros da empresa. Ele pode realizar análises detalhadas que vão além dos relatórios tradicionais. Essa abordagem é particularmente útil para entender a viabilidade de novos projetos, a gestão de custos e a maximização de lucros. Ao transformar números em informações práticas, os contadores ajudam os empresários a traçar planos de ação mais eficazes e estratégicos.

Além de oferecer análises financeiras, o contador também pode atuar na planejamento tributário, ajudando a sua empresa a aproveitar todas as oportunidades legais para redução de impostos. Essa orientação é vital, pois permite que os empresários tomem decisões que não apenas garantam a conformidade fiscal, mas também otimizar os recursos financeiros. O conhecimento das legislações e normas contábeis proporciona ao contador uma visão ampla que pode ser decisiva para o sucesso do negócio.

Outra área na qual o contador pode agregar muito valor é no planejamento financeiro. Com um acompanhamento contínuo das finanças da empresa, ele pode identificar tendências, prever desafios e sugerir correções antes que se tornem problemas maiores. Um planejamento financeiro bem estruturado é essencial para garantir a saúde financeira e a sustentabilidade do negócio a longo prazo. Com a ajuda de um contador consultor, é possível criar cenários e simulações que ajudam no processo de tomada de decisão.

Ademais, a análise de desempenho é uma das principais funções do contador consultor. Ao monitorar indicadores-chave, o contador pode fornecer feedback constante sobre a performance do negócio. Essa prática não só permite ajustes rápidos, mas também impulsiona a eficiência operacional. Quando a empresa entende onde estão seus pontos fortes e fracos, pode direcionar seus esforços para áreas que realmente fazem a diferença.

Em resumo, a atuação do contador como consultor é um investimento essencial para qualquer empresário que deseja ver seu negócio prosperar. Ao integrar funções estratégicas ao seu papel tradicional, o contador se torna um aliado fundamental na jornada de crescimento do empreendimento. Ao considerar a consultoria contábil como parte da estratégia de negócios, você estará um passo à frente no competitivo mercado atual.

Autor: RodrigoStudio.com.br