Transformação Digital: A Importância da Inteligência de Dados na Contabilidade

No mundo atual, a inteligência de dados se tornou uma ferramenta essencial para diversas áreas, e a contabilidade não é exceção. Com a crescente quantidade de informações disponíveis, utilizar dados de forma estratégica pode transformar a maneira como as empresas conduzem suas operações financeiras. A análise de dados pode proporcionar insights valiosos e melhorar a tomada de decisões, aumentando a eficiência e reduzindo erros.

Transformação Digital: A Importância da <strong>Inteligência de Dados</strong> na <strong>Contabilidade</strong> A inteligência de dados na contabilidade se refere à capacidade de coletar, processar e analisar informações financeiras de maneira que os profissionais contábeis possam elaborar relatórios mais precisos e ricos em informações. Isso não apenas facilita o trabalho dos contadores, mas também proporciona uma visão clara da saúde financeira da empresa. Com o uso de softwares especializados, é possível acessar dados em tempo real, permitindo uma análise mais aprofundada das receitas e despesas.

Um dos principais benefícios da inteligência de dados é a automação de processos. Ao integrar tecnologias como inteligência artificial e machine learning, as tarefas mais repetitivas, como a reconciliação bancária e o lançamento de notas fiscais, podem ser realizadas de forma automatizada. Isso libera tempo valioso para que os contadores possam se concentrar em atividades mais estratégicas e consultivas, oferecendo um serviço mais completo aos seus clientes.

Além disso, a utilização de análise preditiva pode ajudar as empresas a antever tendências financeiras e comportamentais. Com dados históricos e ferramentas avançadas, os contadores podem identificar padrões que, de outra forma, passariam despercebidos. Isso permite que as empresas tomem decisões informadas, ajustem suas metas e se preparem para flutuações de mercado e necessidades dos clientes.

Outro aspecto importante é a segurança da informação. O uso de inteligência de dados na contabilidade envolve o tratamento de uma grande quantidade de dados sensíveis. Portanto, é fundamental implementar sistemas robustos de segurança cibernética para proteger as informações financeiras. A adoção de práticas de governança de dados não apenas garante a conformidade com regulamentações, mas também serve para construir a confiança nas relações comerciais.

Por fim, a inteligência de dados na contabilidade não é apenas uma tendência, mas uma necessidade no cenário atual. À medida que o mercado se torna mais competitivo, as empresas que investem em tecnologias de dados estão um passo à frente. Integrar a análise de dados nas rotinas contábeis não apenas melhora a performance financeira, mas também posiciona a empresa como líder em inovação e eficiência. Assim, é essencial que os profissionais da área se atualizem e adotem essas ferramentas para garantir a sustentabilidade e o crescimento no futuro.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Novo Prazo para regularização de dívidas do Simples Nacional

Uma excelente oportunidade para os Microempreendedores Individuais (MEIs) e Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o prazo para regularização de dívidas do Simples Nacional foi prorrogado para 31 de janeiro de 2025. A medida oferece condições especiais para que os pequenos negócios regularizem suas pendências tributárias e retomem o crescimento de forma sustentável. Empreendedores podem contar […]

Uma excelente oportunidade para os Microempreendedores Individuais (MEIs) e Micro e Pequenas Empresas (MPEs): o prazo para regularização de dívidas do Simples Nacional foi prorrogado para 31 de janeiro de 2025. A medida oferece condições especiais para que os pequenos negócios regularizem suas pendências tributárias e retomem o crescimento de forma sustentável.

Prazo para regularização de dívidas do Simples Nacional é prorrogado até 31 de janeiro

Empreendedores podem contar com vantagens exclusivas para a renegociação, como:
• Descontos de até 100% em juros, multas e encargos legais, conforme o perfil da dívida.
• Parcelamento em até 133 vezes, permitindo maior previsibilidade e organização financeira.
• Redução da parcela inicial para facilitar a adesão ao programa.

Com estas condições, pequenos negócios podem sair da inadimplência, evitar sanções como a exclusão do Simples Nacional e continuar acessando os benefícios fiscais do regime.

Como regularizar

A adesão é feita diretamente no Portal do Simples Nacional ou por meio do portal Regularize, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). O processo é 100% digital e simples, permitindo que os empreendedores regularizem suas dívidas sem burocracia.

 

Fonte: Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte

Produção industrial tem queda de 0,2% em outubro

A produção industrial nacional caiu 0,2% em outubro. Nos dois resultados anteriores tinha registrado crescimento, mas com essa queda anulou parte do ganho de 1,2% acumulado no período.

No entanto, na comparação com o mesmo …

A produção industrial nacional caiu 0,2% em outubro. Nos dois resultados anteriores tinha registrado crescimento, mas com essa queda anulou parte do ganho de 1,2% acumulado no período.

No entanto, na comparação com o mesmo mês de 2023, a produção da indústria avançou 5,8%, sendo o quinto mês seguido de expansão. O acumulado no ano também teve elevação (3,4%), como também em 12 meses (3,0%).

Produção industrial tem queda de 0,2% em outubro

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Após esse desempenho, a produção industrial está 2,6% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020, mas 14,4% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011. Os números compõem a Pesquisa Industrial Mensal Brasil (PIM Brasil), divulgada nesta quarta-feira (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as atividades que influenciaram o recuo em outubro estão coque, produtos derivados do petróleo, biocombustíveis e, especialmente, a redução na produção de álcool. O gerente da PIM Brasil, André Macedo, informou que a atividade teve retração de 2,% em outubro, depois de subir 4,7% em setembro. Naquele momento, foram interrompidos dois meses consecutivos de recuo na produção, período no qual acumulou queda de 3,4%.

“Nesse mês, o segmento foi pressionado negativamente pela menor produção dos itens álcool e gasolina automotiva. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria foram dos ramos de bebidas e de indústrias extrativas”, disse em texto divulgado pelo IBGE.

Os setores de bebidas (-1,1%) e de indústrias extrativas (-0,2%) também contribuíram negativamente.

Conforme o indicador, entre as 25 atividades industriais pesquisadas, 19 apresentaram alta na produção, como veículos automotores, reboques e carrocerias, que exerceu a principal influência em outubro de 2024, ao subir 7,1% e intensificar o crescimento de 2,8% registrado em setembro.

“Nesse segmento, observa-se a influência da maior produção de automóveis, caminhões e autopeças. Vale destacar também os resultados positivos assinalados pelos ramos de confecção de artigos de vestuário e acessórios, produtos químicos, máquinas, aparelhos e materiais elétricos e de celulose e produtos de papel”, acrescentou o gerente.

Houve também influência positiva dos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (14,1%), produtos químicos (2,8%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (5,4%), celulose, papel e produtos de papel (3,4%), metalurgia (2,1%), produtos diversos (7,4%), máquinas e equipamentos (2,0%), produtos alimentícios (0,5%) e de farmoquímicos e farmacêuticos (2,9%).

Outubro de 2023

O avanço de 5,8%, em relação a outubro de 2023, além de ser o quinto mês seguido de expansão, mostrou reforço no ritmo da produção industrial em comparação às altas de 3,4% em setembro e 2,3% em agosto. “No mesmo índice, prevalece a característica de perfil disseminado de taxas positivas, alcançando as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados”, disse o IBGE.

Conforme a pesquisa, com o crescimento de 3,4% no acumulado do ano, o total da indústria mantém o movimento de expansão da produção ao longo do ano e ampliando o ritmo de crescimento, inclusive com predomínio de taxas positivas. “Nesse mês, verifica-se o perfil mais disseminado de 2024 para esse indicador, com as quatro grandes categorias econômicas e 21 dos 25 ramos industriais pesquisados apontando crescimento na produção”, comentou o gerente.

Pesquisa

Segundo o IBGE, desde a década de 1970, a PIM Brasil produz indicadores de curto prazo, relacionados ao comportamento do produto real das indústrias extrativa e de transformação. A divulgação da nova série de índices mensais da produção industrial começou em março de 2023, “após reformulação para atualizar a amostra de atividades, produtos e informantes, elaborar nova estrutura de ponderação dos índices com base em estatísticas industriais mais recentes, atualização do ano-base de referência da pesquisa e a incorporação de novas unidades da Federação na divulgação dos resultados regionais”.

De acordo com o IBGE, “essas alterações metodológicas são necessárias e buscam incorporar as mudanças econômicas da sociedade”.

 

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Controle de Fluxo de Caixa: A Chave para o Sucesso Financeiro da Sua Empresa

Gerenciar as finanças de um negócio pode ser um verdadeiro desafio, especialmente quando se trata do controle de fluxo de caixa. Este elemento vital da gestão financeira permite que empresários tenham uma visão clara sobre a entrada e saída de recursos, garantindo a saúde financeira da empresa. Um plano de fluxo de caixa bem estruturado não apenas ajuda a evitar surpresas financeiras, mas também é fundamental para a tomada de decisões estratégicas.

O controle de fluxo de caixa é o registro sistemático das movimentações financeiras de uma empresa, permitindo que você identifique padrões de receitas e despesas. Controle de Fluxo de Caixa: A Chave para o Sucesso Financeiro da Sua Empresa Uma gestão eficaz deste fluxo é essencial para garantir que sua empresa possua recursos suficientes para operar no dia a dia. Sem esse controle, é fácil já ter passado por situações em que pagamentos não puderam ser feitos, resultando em multas e juros desnecessários. Portanto, um fluxo de caixa bem monitorado é a primeira linha de defesa contra a insolvência.

Para otimizar seu fluxo de caixa, comece por criar um documento simples que registre todas as entradas e saídas. Use uma planilha ou um software de gestão financeira que permita acompanhar facilmente suas contas. Inclua todas as receitas, como vendas, bem como todas as despesas fixas e variáveis. A análise periódica desses dados possibilitará uma melhor previsão das futuras necessidades financeiras e a implementação de estratégias para melhorar o desempenho do caixa.

Além disso, o controle de fluxo de caixa pode ajudar na identificação de períodos sazonais em que seus negócios podem estar mais ou menos lucrativos. Com essa informação em mãos, você pode planejar melhor seus investimentos e corte de despesas em períodos de baixa, assegurando que sua empresa nunca fique sem recursos em momentos críticos. A gestão do caixa, portanto, não é apenas uma questão de sobrevivência, mas uma estratégia que pode levar a oportunidades de crescimento.

Outra prática recomendada é revisar frequentemente seu fluxo de caixa. Realizar análises mensais pode revelar tendências importantes que ajudam na identificação de áreas em que os custos podem ser reduzidos ou onde as vendas podem ser impulsionadas. Esse tipo de análise é fundamental para pequenas e médias empresas, onde cada centavo conta e cada decisão pode impactar significativamente os resultados financeiros.

Por fim, contar com a ajuda de um escritório contábil pode fazer toda a diferença na eficiência do seu controle de fluxo de caixa. Com profissionais experientes, você pode garantir que todos os aspectos fiscais e financeiros sejam considerados, permitindo que você se concentre no que realmente importa: o crescimento do seu negócio. Não subestime a importância deste controle, pois um bom fluxo de caixa é a base para a sustentabilidade financeira da sua empresa.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Reduzindo Gastos: 7 Estratégias Eficazes para Pequenas Empresas

Em um cenário econômico desafiador, saber como reduzir gastos se tornou essencial para a sobrevivência e o crescimento das pequenas empresas. As altas despesas podem comprometer o fluxo de caixa e dificultar o alcance das metas financeiras. Neste artigo, vamos compartilhar algumas dicas práticas que podem ajudar seu negócio a manter as contas em dia e otimizar os recursos disponíveis.

Reduzindo Gastos: 7 Estratégias Eficazes para Pequenas Empresas A primeira estratégia eficaz é realizar um levantamento detalhado de todas as despesas. Identifique quais são os custos fixos e variáveis da sua empresa. Isso não apenas proporciona uma visão clara sobre para onde está indo seu dinheiro, mas também ajuda a identificar áreas onde é possível cortar custos. Um simples planejamento financeiro pode fazer toda a diferença na hora de reduzir gastos.

Em seguida, priorizar contratos e fornecedores é fundamental. Muitas empresas possuem contratos antigos que podem não ser mais vantajosos. Negocie com seus fornecedores condições melhores ou mesmo busque novas parcerias que possam oferecer preços mais competitivos. Ao revisar esses acordos, você pode encontrar formas eficazes de diminuir despesas sem abrir mão da qualidade dos serviços.

Outra tática importante é a implementação de tecnologia. Investir em ferramentas que automatizam processos pode gerar uma grande economia a longo prazo. Softwares de gestão financeira, controle de estoque e comunicação podem evitar desperdícios e melhorar a produtividade. Assim, sua empresa poderá reduzir gastos operacionais e focar no que realmente importa: o crescimento.

Além disso, promovendo uma cultura de economia entre os colaboradores, você incentivará uma mudança positiva na mentalidade da equipe. Realizar palestras e workshops sobre finanças pessoais pode sensibilizar os funcionários sobre a importância de economizar recursos. Funcionários engajados podem trazer ideias inovadoras para cortar custos e girar a roda da eficiência dentro da empresa.

Por fim, fique atento a oportunidades de inovação e melhoria. Muitas vezes, pequenas mudanças no dia a dia podem trazer economias significativas. Seja na organização do espaço físico ou no gerenciamento de tempo, cada detalhe conta. Ao fomentar um ambiente saudável para a criatividade, sua empresa poderá encontrar novas formas de reduzir gastos e melhorar a eficiência.

Utilizando essas estratégias e mantendo um foco contínuo na gestão financeira, sua empresa poderá se adaptar rapidamente a qualquer cenário econômico. Lembre-se de que a redução de gastos não deve comprometer a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Ao contrário, deve ser vista como uma oportunidade de reavaliar práticas e aprimorar a operacionalização do seu negócio. Com determinação e planejamento, é possível passar por qualquer crise financeira!

Autor: RodrigoStudio.com.br

Mudanças no Imposto de Renda: quais os possíveis impactos para MEIs e PMEs?

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (27/11) mudanças no Imposto de Renda, para isentar rendimentos de até R$ 5 mil mensais para pessoas físicas a partir de 2026. A proposta, apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, modifica a tributação e pode gerar impacto para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas (PMEs), exigindo mudanças […]

O governo federal anunciou nesta quarta-feira (27/11) mudanças no Imposto de Renda, para isentar rendimentos de até R$ 5 mil mensais para pessoas físicas a partir de 2026. A proposta, apresentada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, modifica a tributação e pode gerar impacto para microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas e médias empresas (PMEs), exigindo mudanças no planejamento fiscal e na gestão tributária.

Segundo especialistas, a ampliação da faixa de isenção, atualmente limitada a rendas de até R$ 2.824 mensais, poderá elevar o limite para rendimentos isentos na Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), caso a lógica atual seja mantida. Com isso, os MEIs poderão se beneficiar diretamente da mudança.

Mudanças no Imposto de Renda: quais os possíveis impactos para MEIs e PMEs?

Atualmente, a obrigatoriedade de declarar o IRPF inclui pessoas que tenham recebido rendimentos tributáveis somados de R$ 30.639,90 ou mais.

“Hoje o limite de R$ 2.824 (até dois salários mínimos) gera um valor anual de aproximadamente R$ 30 mil. A partir do momento que esse valor vai para R$ 5 mil, ele dobra, ultrapassando R$ 60 mil ao ano. Isso futuramente pode impactar o MEI. Ele tem tributação simplificada na pessoa jurídica, e na física poderá aplica um percentual de dedução”, comenta Cristiano Correa, coordenador dos cursos de MBA em Negócios do Ibmec São Paulo.

Por exemplo, para um MEI que atue na prestação de serviços, com um faturamento bruto anual de R$ 81 mil e despesas de R$ 20 mil, o lucro líquido seria de R$ 61 mil (faturamento bruto menos despesas). Sobre esse valor, aplica-se a parcela isenta e não tributável, que, no caso de prestação de serviços, corresponde a 32% do faturamento bruto. Assim, o valor isento seria de R$ 25.920, restando R$ 41.080 como rendimentos tributáveis, que deverão ser declarados no IRPF por passar do teto.

Com a elevação da faixa de isenção para próximo de R$ 60 mil anuais, esse valor deixaria de ser tributável, e o MEI ficaria isento da obrigatoriedade de declarar o Imposto de Renda. A situação pode variar se ele tiver outro emprego com vínculo celetista, sendo as bases de cálculo somadas.

O economista Josenito Oliveira, mestre em gestão de empreendimentos locais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e professor da Universidade Tiradentes, avalia que MEIs e sócios de pequenas empresas que recebem pró-labore dentro do limite de isenção terão um benefício direto, pois esses rendimentos ficarão isentos de tributação.

Por sua vez, Marina Prieto, coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Estácio, afirma que as PMEs deverão revisar seus processos de retenção na fonte para empregados e autônomos contratados, considerando as novas faixas progressivas de tributação. “O que deve exige atualizações no planejamento fiscal e nos sistemas de folha de pagamento.”

Novas regras podem impactar as empresas na promoção de sócios

De acordo com Alison Fernandes, diretor da área de Tributos da Crowe Macro Brasil, com a nova regra, que prevê a tributação sobre rendimentos acima de R$ 50 mil mensais, o modelo em que funcionários integram o quadro societário pode se tornar mais oneroso.

“Os sócios dificilmente aceitarão assumir o custo tributário adicional. Isso levará as empresas a serem pressionadas a incluir o valor do imposto na remuneração desses participantes”, explica Fernandes. Ele destaca que essa inclusão pode impactar diretamente os preços dos serviços, já que as empresas terão de buscar formas de absorver os custos adicionais. “Na prática, as empresas podem aumentar os preços dos produtos ou serviços, repassando esses custos aos consumidores.

Fernandes ressalta que as empresas têm poucas alternativas para lidar com esse tipo de cenário: ou reduzem custos, o que nem sempre é viável, ou elevam o preço final dos serviços. “Reduzir custos é complicado na maioria das empresas. Por isso, o caminho mais comum é repassar os impactos para os consumidores, que acabam sendo os mais afetados.”

Embora a proposta ainda esteja em discussão, Fernandes alerta para a necessidade de empresas e sócios acompanharem de perto os desdobramentos e planejarem estratégias para minimizar os impactos econômicos e tributários. “O cenário está em construção, e as decisões tomadas agora podem fazer toda a diferença na adaptação às novas regras”, pontua.

Imposto sobre dividendos: o que muda com a nova proposta do governo

As mudanças propostas pelo governo federal no Imposto de Renda incluem uma nova alíquota de 10% que poderá incidir sobre o conjunto de rendimentos anuais dos contribuintes que ultrapassarem R$ 600 mil, o equivalente a R$ 50 mil por mês. Apesar de gerar questionamentos, a medida não cria um imposto exclusivo sobre dividendos, mas sim uma tributação que considera todas as fontes de renda do contribuinte.

De acordo com Haddad, e o secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, o novo imposto será aplicado apenas quando o contribuinte atingir a alíquota de 10% sobre o total de rendimentos anuais, após a soma de diversas fontes de receita. Isso inclui salários, rendimentos de investimentos e dividendos.

Hoje, de acordo com Eliana Pucinelli, professora de Direito Tributário da FGV e Ibmec-RJ, as empresas médias, com faturamento de até R$ 78 milhões por ano, correspondem à maior fatia, gerando R$ 350 bilhões em dividendos, sendo R$ 257 bilhões de companhias de capital fechado e mais R$ 30 bilhões em juros sobre capital próprio. Isso representa cerca de um terço do total. Já as pequenas empresas, com receita de até R$ 4,8 milhões anuais, geraram mais de R$ 220 bilhões em dividendos.

Fonte: Revista PEGN

Revolução Digital: Como a Digitalização e a Automação de Processos Contábeis Estão Transformando o Setor

No mundo moderno, a digitalizaçã e a automaçã dos processos contábeis emergem como elementos cruciais para a eficiência e a competitividade no mercado. Com a crescente complexidade dos negócios e as exigências regulatórias, os escritórios contábeis precisam se adaptar a essas novas tecnologias para garantir não apenas a sobrevivência, mas também o sucesso no setor. A implementação de soluções inovadoras pode trazer benefícios significativos, desde a redução de erros operacionais até a otimização do tempo gasto em tarefas rotineiras.

Revolução Digital: Como a <b>Digitalizaçã</b> e a <b>Automação de Processos Contábei</b> Estão Transformando o Setor A digitalizaçã refere-se à conversão de documentos e processos físicos em formatos digitais. Isso não apenas torna a gestão de informações mais eficiente, mas também facilita o acesso a dados críticos, permitindo uma análise mais rápida e assertiva. Quando falamos em automaçã, estamos nos referindo à utilização de software e ferramentas que realizam tarefas de forma autônoma. Estas tecnologias não só minimizam a necessidade de interação manual, mas também aumentam a produtividade dos profissionais contábeis.

A adoção de plataformas de automação contábi pode liberar os contadores de atividades repetitivas, como lançamentos manuais e conciliações bancárias, permitindo que eles se concentrem em atividades que realmente agregam valor, como consultoria e planejamento financeiro. A digitalizaçã assegura que todos os dados estejam organizados e facilmente acessíveis, o que é essencial para auditorias e compliance. A integração dessas tecnologias representa um avanço significativo para a profissionalização e a modernização do setor.

Outro benefício importante da digitalizaçã e da automação de processos contábei é a redução de custos operacionais. Processos manuais são frequentemente mais suscetíveis a erros, que podem levar a correções onerosas e à perda de tempo. A automação, por sua vez, proporciona uma execução mais precisa e com maior clareza, permitindo uma gestão de riscos mais eficiente e uma tomada de decisões fundamentada em dados reais e atualizados.

Além disso, ao adotar sistemas automatizados, os escritórios contábeis podem oferecer um serviço mais ágil e transparente aos seus clientes. Os relatórios gerados automaticamente possibilitam uma visão panorâmica do desempenho financeiro das empresas, tornando o relacionamento com o cliente mais interativo e colaborativo. Essa proatividade não apenas fideliza os clientes existentes, mas também atrai novos negócios, uma vez que a reputação de um escritório contábil está intimamente ligada à sua capacidade de se adaptar às novas tecnologias.

Em suma, a digitalizaçã e a automaçã não são apenas tendências passageiras; elas se tornaram uma necessidade vital para os escritórios contábeis que desejam se manter relevantes e competitivos no mercado atual. A transformação digital é um processo contínuo que exige comprometimento e visão de futuro, mas os benefícios em termos de eficiência, redução de custos e satisfação do cliente são inegáveis. Não deixar a tecnologia evoluir ao seu lado pode significar ficar para trás em um setor cada vez mais dinâmico.

Autor: RodrigoStudio.com.br

Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,63% para 4,71%

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,63% para 4,71% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-fe…

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,63% para 4,71% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4,34% para 4,4%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,81% e 3,5%, respectivamente.

Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,63% para 4,71%

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A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em outubro, puxada principalmente pelos gastos com habitação e com alimentos, a inflação no país foi de 0,56%, após o IPCA ter registrado 0,44% em setembro. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,76%. A inflação de novembro será divulgada pelo instituto no próximo dia 10.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 11,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o colegiado aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião, no início deste mês.

A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.

A próxima reunião do Copom está marcada para 10 e 11 de dezembro, quando os analistas esperam novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.

Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica suba para 12,63% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano está subiu de 3,17% para 3,22%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.

Para 2025, a expectativa para o PIB é de crescimento de 1,95%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2% para os dois anos.

Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,60.

 

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A Importância do Balanço Patrimonial Preciso para Captar Investimentos

Captar investimentos é um passo crucial para qualquer empresa que busca crescer e se expandir no mercado. Um dos principais documentos que os investidores analisam antes de decidir onde colocar seu dinheiro é o balanço patrimonial. Ele fornece uma visão clara e concisa da saúde financeira da empresa, mostrando o que a organização possui e o que deve. Sem um balanço patrimonial preciso, é provável que a empresa enfrente dificuldades em atrair o interesse de investidores potenciais.

A Importância do Balanço Patrimonial Preciso para Captar Investimentos A precisão no balanço patrimonial não apenas reflete a boa gestão financeira, mas também transmite confiança aos possíveis investidores. Um balanço mal elaborado pode levar a interpretações erradas dos dados financeiros, resultando em decisões equivocadas dos investidores. Portanto, ter um balanço patrimonial bem estruturado é fundamental para criar uma primeira impressão positiva. Esse documento deve ser atualizado regularmente e elaborado por profissionais qualificados, garantindo que cada ativo e passivo seja registrado corretamente.

Além disso, o balanço patrimonial é uma ferramenta essencial para a análise de liquidez da empresa. Ele permite que os investidores verifiquem a capacidade da empresa em cumprir suas obrigações financeiras de curto prazo. Uma boa liquidez é um sinal de que a empresa é saudável e está preparada para enfrentar imprevistos econômicos. Portanto, manter um balanço patrimonial atualizado e em conformidade com as normas contábeis garante que os investidores vejam a empresa como um investimento seguro.

Outra função importante do balanço patrimonial é a sua capacidade de permitir que os gestores identifiquem áreas que precisam de melhorias. Com um balanço claro em mãos, a administração pode analisar a relação entre ativos e passivos e desenvolver estratégias para reduzir dívidas ou aumentar patrimoniais. Isso não apenas melhora a saúde financeira da empresa, mas também torna a organização mais atraente para os investidores que buscam oportunidades de crescimento.

Ademais, um balanço patrimonial preciso pode ser crucial em momentos de negociação com investidores. Quando se trata de captar recursos, a transparência nas informações financeiras é um diferencial competitivo. Investidores costumam buscar empresas que estejam dispostas a mostrar suas finanças de maneira clara e precisa. Portanto, ter um balanço patrimonial que reflita a realidade da empresa pode ser decisivo na hora de concluir um acordo de investimento.

Por fim, a importância de um balanço patrimonial preciso vai além da captação de investimentos. Ele é uma ferramenta vital para a gestão financeira interna e para a tomada de decisões estratégicas. Manter um balanço atualizado e correto não apenas beneficia a relação com investidores, mas também estabelece uma base sólida para o crescimento sustentável da empresa. Em um mercado tão competitivo, investir em uma contabilidade de qualidade e na manutenção de um balanço patrimonial rigoroso é fundamental para o sucesso a longo prazo.

Autor: RodrigoStudio.com.br