Caixa libera saque do FGTS Emergencial neste sábado

Neste sábado, 19 de setembro, a Caixa Econômica Federal libera mais um lote de saque em dinheiro e transferência do FGTS Emergencial. Os contemplados da vez são os beneficiários nascidos no mês de maio. Neste sábado 770 agências do INSS estão abertas para atendimento em todo o país.

O saque em espécie é destinado para os cidadãos que não resgataram o saldo da conta poupança social digital da caixa, e que possuam saldo remanescente. O limite de saque é de R$ 1.045 para todos.

Regras para o saque em dinheiro

Para poder realizar o saque nas agências da Caixa o primeiro passo é realizar o login no aplicativo Caixa Tem, acessar a opção “saque sem cartão” e em seguida selecionar a opção “gerar código de saque”.

Feito isso, basta inserir a senha para obter o código para apresentação nas agências para conseguir realizar o saque. É importante lembrar que a validade do código é de uma hora e caso o prazo tenha expirado, basta realizar o mesmo procedimento no momento do saque.  A Caixa em nota informa que “o código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui”.

Saque do FGTS Emergencial

Confira as datas de saque do FGTS Emergencial que ainda faltam ser liberadas:

  • 19/9: Saque do FGTS para nascidos no mês de maio (sábado);
  • 3/10: Saque do FGTS para nascidos no mês de junho;
  • 17/10: Saque do FGTS para nascidos em julho e agosto;
  • 31/10: Saque do FGTS para nascidos em setembro e outubro;
  • 14/11: Saque do FGTS para nascidos em novembro e dezembro.

Fonte: Jornal Contábil .

Prazo para dar entrada no seguro-desemprego está suspenso

Em consequência da pandemia do novo coronavírus, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador Codefat suspendeu no dia 25 de agosto, por meio da Resolução nº 873 publicada no Diário Oficial da União, o prazo de 120 dias, contados a partir do 7º dia após a demissão, para que o trabalhador exerça seu direito de requerer o seguro-desemprego.

A medida é válida até que finde o estado de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19.

Importante salientar que a suspensão se aplica às solicitações iniciadas após a declaração do estado de emergência pública e ocasiona o deferimento de recursos e solicitações oriundas do interessado, ainda que judicial, que questionem a notificação automática de “fora do prazo de 120 dias”.

Conteúdo por Tomazelli e Cortina Advogados Associados

Receita Federal lista recomendações para evitar golpes online

Após estabelecer um relacionamento amoroso virtual, o (a) golpista, que diz morar no exterior e ter boa condição financeira, simula o envio de uma encomenda para o Brasil.

A suposta encomenda conteria parte da sua mudança para o país ou algo de valor enviado a título de presente para a vítima.

Alegando que a encomenda estaria retida na Alfândega, pede para vítima fazer reiterados depósitos/transferências em conta corrente para promover a sua liberação.

Para dar uma aparência de legitimidade à farsa, encaminha mensagens com informações de contatos falsos de Fiscais da Receita Federal.

Portanto, a população deve ficar atenta e observar as seguintes recomendações da Receita Federal:
  • A RFB nunca liga ou manda mensagens para cobrar pagamento para liberação de mercadorias;
  • O pagamento de tributos federais é sempre feito por meio de DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais);
  • Nunca o pagamento de tributos ocorre através de depósito/transferência em conta corrente;
  • Caso exista uma encomenda por via postal, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT é a responsável pelos procedimentos;
  • Caso a encomenda venha por Remessa Expressa (Courrier), deve ser por meio de uma das empresas habilitadas pela RFB (consultar lista no sítio internet da Receita Federal);
  • Caso ocorra a tentativa de fraude indicada neste alerta, procure a Delegacia de Polícia Civil Especializada para fazer a denúncia.

Maiores informações sobre remessas internacionais, consulte a página da Receita Federal na Internet no seguinte atalho.

Fonte: Receita Federal

Calendário atualizado do ciclo 2, 3 e 4 do Auxílio Emergencial

As datas de pagamento de todas as cinco primeiras parcelas do Auxílio Emergencial já estão liberadas pelo governo. Recentemente mais um grupo de beneficiários foi aprovado e começa agora a receber todas as cinco parcelas de R$ 600 do benefício.

O cronograma de pagamentos que começou sendo pago por lotes agora é feito por ciclos de pagamento que segue a ordem do mês de aniversário para efetivar o pagamento. Dentro dos ciclos de pagamento o ciclo 2 começou a ser pago nesta última sexta-feira (28) para os nascidos em Janeiro. Deste ciclo beneficiários receberam diferentes parcelas dentre a 1ª s 5ª.

Quanto a prorrogação do Auxílio Emergencial o governo havia informado que divulgaria oficialmente o cronograma de pagamentos e valores na tarde de ontem (28), o que acabou não acontecendo e deve ser anunciado oficialmente já no inicio da próxima semana.

Os pagamentos são feitos inicialmente em conta poupança social digital da Caixa e podem ser movimentos pelo aplicativo Caixa Tem, aplicativo este que pode ser utilizado para pagamentos de boletos, compras online através do cartão de débito virtual, pagamento presencial via QR Code e muito mais.

Já o calendário para saques é feito dias após o pagamento em poupança digital. Se você quer saber tudo sobre os ciclos de pagamento, quem recebe, quando recebe e qual parcela. Acompanhe!

Calendário de Ciclos

Ciclo 1

O primeiro cilo de pagamentos do Auxílio Emergencial teve inicio no dia 22 de julho e se encerrou nesta semana, no dia 26 de agosto. Já o calendário para saques começou no mês de julho e vai se estender até o dia 17 de setembro.

Como o calendário de pagamentos em poupança digital já se encerrou, segue o calendário de saques e transferência do ciclo 1 do Auxílio Emergencial que ainda está acontecendo:

Liberação de saque em dinheiro e transferência

  • 25 de julho – nascidos em janeiro
  • 1º de agosto – nascidos em fevereiro e março
  • 8 de agosto – nascidos em abril
  • 13 de agosto – nascidos em maio
  • 22 de agosto – nascidos em junho
  • 27 de agosto – nascidos em julho
  • 1º de setembro – nascidos em agosto
  • 5 de setembro – nascidos em setembro
  • 12 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 17 de setembro – nascidos em dezembro
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ciclo 2

Para o segundo ciclo de pagamento as datas de deposito em conta poupança social digital começaram nesta sexta-feira, dia 28 de agosto e vão terminar no dia 30 de setembro, neste segundo lote, muitos beneficiários já vão receber a quinta parcela do auxílio emergencial. O calendário de saques em dinheiro e transferência para outras instituições bancarias começam no dia 19 de setembro e vão até o dia 27 de outubro.

Neste segundo ciclo, constam as datas de pagamento das seguintes parcelas:

  • Beneficiários inscritos nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho, e trabalhadores que tenham feito a contestação entre os dias 3 de julho e 16 de agosto, recebem a primeira parcela
  • Beneficiário que recebeu a primeira parcela em abril receberá a quinta parcela;
  • Beneficiário que recebeu a primeira parcela em maio receberá a quarta parcela;
  • Beneficiário que recebeu a Primeira parcela em junho receberá a terceira parcela;
  • Por fim, quem recebeu a primeira parcela em julho receberá a segunda parcela.

Depósito do dinheiro em conta poupança social digital da Caixa

  • 28 de agosto – nascidos em janeiro
  • 2 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 4 de setembro – nascidos em março
  • 9 de setembro – nascidos em abril
  • 11 de setembro – nascidos em maio
  • 16 de setembro – nascidos em junho
  • 18 de setembro – nascidos em julho
  • 23 de setembro – nascidos em agosto
  • 25 de setembro – nascidos em setembro
  • 28 de setembro – nascidos em outubro e novembro
  • 30 de setembro – nascidos em dezembro

Liberação de saque em dinheiro e transferência

  • 19 de setembro – nascidos em janeiro
  • 22 de setembro – nascidos em fevereiro
  • 29 de setembro – nascidos em março
  • 1º de outubro – nascidos em abril
  • 3 de outubro – nascidos em maio
  • 6 de outubro – nascidos em junho
  • 8 de outubro – nascidos em julho
  • 13 de outubro – nascidos em agosto
  • 15 de outubro – nascidos em setembro
  • 20 de outubro – nascidos em outubro
  • 22 de outubro – nascidos em novembro
  • 27 de outubro – nascidos em dezembro

Ciclo 3

Já o terceiro ciclo de pagamento do Auxílio Emergencial terá seu inicio no dia 9 de outubro e vai se estender até o dia 13 de novembro, conforme a informação da tabela logo à baixo. Já o calendário destinado a saque em espécie ou transferência para outros bancos começam no dia 29 de outubro e se estendem até o dia 19 de novembro.

Nesse ciclo, constam as datas de pagamento das seguintes parcelas:

  • Beneficiários inscritos nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho, e trabalhadores que tenham feito a contestação entre os dias 3 de julho e 16 de agosto, recebem a segunda e terceira parcela
  • Beneficiários que receberam a primeira parcela em maio receberão a quinta parcela;
  • Quem recebeu a primeira parcela em junho receberá a quarta parcela;
  • Se você recebeu a primeira parcela em julho, então receberá a terceira parcela.

Depósito do dinheiro em conta poupança social digital da Caixa

  • 9 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 16 de outubro – nascidos em março e abril
  • 23 de outubro – nascidos em maio e junho
  • 30 de outubro – nascidos em julho e agosto
  • 6 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 13 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Liberação de saque em dinheiro e transferência

  • 29 de outubro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 3 de novembro – nascidos em março e abril
  • 10 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 12 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 17 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 19 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Ciclo 4

O quarto e último ciclo de pagamento do Auxílio Emergencial começa dia 16 de novembro e vai até o dia 30 de novembro, conforme tabela abaixo. Já o calendário para saques começa dia 26 de novembro e vai até 15 de dezembro.

Nesse ciclo, constam as datas de pagamento das seguintes parcelas:

  • Beneficiários inscritos nas agências dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho, e trabalhadores que tenham feito a contestação entre os dias 3 de julho e 16 de agosto, recebem a quarta e quinta parcela
  • Se você recebeu a primeira parcela em junho, então receberá a quinta parcela;
  • Por fim, quem recebeu a primeira parcela em julho receberá a quarta e quinta parcelas JUNTAS.

Depósito do dinheiro em conta poupança social digital da Caixa

  • 16 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 18 de novembro – nascidos em março e abril
  • 20 de novembro – nascidos em maio e junho
  • 23 de novembro – nascidos em julho e agosto
  • 27 de novembro – nascidos em setembro e outubro
  • 30 de novembro – nascidos em novembro e dezembro

Liberação de saque em dinheiro e transferência

  • 26 de novembro – nascidos em janeiro e fevereiro
  • 1º de dezembro – nascidos em março e abril
  • 3 de dezembro – nascidos em maio e junho
  • 8 de dezembro – nascidos em julho e agosto
  • 10 de dezembro – nascidos em setembro e outubro
  • 15 de dezembro – nascidos em novembro e dezembro

Conheça o novo conceito de liderança corporativa durante a pandemia

Entre as diversas mudanças que a pandemia de Covid-19 deve provocar, ou acelerar, uma que deveremos acompanhar bem de perto é a do perfil das lideranças corporativas.

É uma transformação que já vinha em curso e que vai ganhar velocidade, acompanhando a mudança nos hábitos e no perfil dos consumidores.

Na verdade, uma será consequência da outra.

Isso porque os consumidores estarão interessados não apenas em produtos e serviços, mas no propósito e nos valores das empresas das quais consomem.

Neste novo mundo, os valores que guiam nossas decisões é que vão direcionar as empresas e seus resultados vão variar de acordo com as diferentes visões de mundo.

O que vai garantir o sucesso das empresas é o que elas terão no centro de sua cultura.

E para isso será preciso que as lideranças estabeleçam os valores que vão conduzir a entrega de resultados.

Isso vale para países, empresas ou projetos.

No caso das empresas, valores e cultura são construtos teóricos muito claros: eles orientam as decisões, definindo o que é certo e errado dentro de cada um de nós.

Um bom exemplo de como isso se constrói dentro das empresas é a questão da diversidade.

Há empresas que prezam e respeitam a diversidade e não se deixam afetar por isso.

Como resultado, já há estudos comprovando que essa atitude aumenta a produtividade, o que reforça a posição da empresa em relação isso.

Mas a diversidade é apenas um exemplo.

No nosso caso, acreditamos que tudo o que produzimos tem que estar disponível para que todos aproveitem o conhecimento e, em cima dele, construam algo ainda melhor.

Acreditamos estar indo para um lugar em que a inovação não pode ser propriedade de alguém, mas parte da comunidade.

E não há compartilhamento de conhecimento sem trabalho colaborativo.

No chamado novo normal, deveremos trabalhar dessa forma, com foco em realizar para todos.

É basicamente o que temos visto na busca pela vacina para o Covid-19.

Nunca se viu tal nível de colaboração como agora, na busca da cura.

Toda essa situação tem provocado uma quebra de paradigma que vai levar o crescimento da colaboração.

Ela estará no centro das empresas e, com isso, será preciso descobrir novos modelos de negócio e de liderança.

As empresas terão que trazer para a comunidade projetos nos quais acreditam e conseguir a colaboração das pessoas porque elas também acreditam.

É aqui que muda o conceito de liderança.

Deixamos de lado o modelo hierárquico e o chefe, adotando o modelo colaborativo e o líder engajador.

Na comunidade, sua voz fica mais forte na medida em que você contribui mais com ela.

O novo líder vai conquistar espaço na comunidade, tendo seu valor diretamente relacionado à contribuição que ele dá.

Este novo perfil deve exercitar uma atitude engajadora, deixando claro que sua participação tem relação direta com seu propósito.

Isso é que fará o colaborador querer trabalhar em um projeto: saber que ele vai na mesma direção que seu propósito.

Também é isso que fará o nível de produtividade crescer tremendamente.

O líder engajador será aquele que encontrar propósitos comuns entre o projeto da empresa e o projeto de vida do colaborador.

Esse é o líder do qual as empresas, mesmo que ainda não saibam, vão precisar.

E vão precisar muito antes do que imaginam.

Por Cristiana Maranhão, Presidente da SUSE para a América Latina.

Desbancarizados: Brasileiros que não movimentam a conta bancária

Os brasileiros que não movimentam a conta bancária há mais de seis meses ou preferem não ter conta em banco são conhecidos por “desbancarizados”.

Atualmente, temos cerca de 45 milhões de pessoas no país nesta situação, de acordo com o Instituto Locomotiva.

A cada três pessoas, uma não utiliza o sistema financeiro nacional.

Esse grupo movimenta aproximadamente R$ 817 bilhões por ano, por fora do sistema bancário.

Dados apontam que a maioria dos desbancarizados são mulheres (59%), negros (69%), as pessoas que pertencem às classes C, D e E (86%) e que vivem no Nordeste (39%).

Alguns motivos nos levam a questionar o porquê esses brasileiros optam por ter o dinheiro em espécie.

De acordo com o relatório do BC (Banco Central), as possíveis experiências negativas estão ligadas com bancos, no passado, como preços de tarifas e dificuldades de informatização, e por conta disso, preferem controlar suas finanças de uma outra maneira.

Outro motivo está ligado ao sensorial, de ter várias notas de dinheiro em mãos, isso pode trazer sensação de segurança financeira.

Além disso, quando tratamos de compras, o dinheiro “vivo” pode atrair um desconto maior, do que o pagamento feito em débito.

Para se ter uma ideia disso, cerca de 47 milhões de brasileiros ainda recebem o salário em espécie, segundo dados do Instituto Locomotiva.

Porém, quando o desbancarizado procura por uma linha de crédito nas instituições financeiras, ele encontrará dificuldades em adquirir, pois não há um histórico de relacionamento que contribui para a liberação ser efetuada.

Diferente do score, o desbancarizado possui uma nota que avalia a reputação financeira, ao pagar uma conta de luz em seu nome ou pedir a NF (nota fiscal) de qualquer produto, o CPF dessa pessoa passa a ter uma pontuação, que varia de 0 a 1000 – a implantação do cadastro positivo no Brasil foi um grande avanço.

Com o anúncio da nova cédula de R$ 200,00, podemos reafirmar que há mais dinheiro papel em movimento e, em tese, aumenta uma poupança caseira, assim fica mais fácil acumular papel moeda no colchão.

O grupo dos desbancarizados gera novas oportunidades de mercado, como finthechs – que possuem um menor custo e facilidade na operação, que estão 100% digitais, cooperativas de consumo e compras coletivas.

Além disso, podemos citar o PIX, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos que deve substituir o TED e o DOC.

Por: Alexandre Damasio Coelho é presidente da CDL São Caetano do Sul e advogado.

Conheça os direitos de quem sofre da Síndrome de Burnout

A síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas que causam exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho que desgasta, que demanda muita competitividade ou responsabilidade.

A doença é causada justamente pelo excesso de trabalho, esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes, como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, dentre outros.

Está síndrome pode acontecer também quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalhos difíceis, situações em que a pessoa possa achar por algum motivo que não tem capacidades suficientes para os cumprir.

Esta síndrome pode resultar em estado de depressão profunda e por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.

O que a OMS diz sobre esta doença?

A OMS (Organização Mundial da Saúde) indica que os trabalhadores estão entre os que mais adoecem por ansiedade e stress crônico.

Recentemente a entidade aprimorou a definição da síndrome de “Burnout”.

De acordo com a OMS, trata-se de um estresse crônico, caracterizado por sentimentos negativos em relação ao trabalho, sensação de esgotamento e eficácia profissional reduzida.

O fenômeno ocupacional está incluído na 11° Revisão da Classificação Internacional de Doenças (CID- 11), que entrará em vigor em 2022.

E os trabalhadores brasileiros estão entre os que mais têm problemas por estresse crônico provocado pela jornada e o ambiente de trabalho.

Aproximadamente de 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com a síndrome de “burnout”, segundo estimativa da International Stress Management Association no Brasil.

Esta proporção é semelhante à do Reino Unido, pois, a cada três habitantes (mais de 20 milhões de pessoas) enfrenta o problema.

No ranking de oito países elaborados pela Isma-BR, estamos à frente da china e dos Estados Unidos- e perdemos apenas para o Japão, onde 70% da população apresenta os sintomas.

Quais são os principais sintomas?

A síndrome de Burnout envolve nervosismo, sofrimento psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas.

Um dos primeiros sintomas é o estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.

Veja os principais sintomas que indica a Síndrome de Burnout são:

crédito
Síndrome de Burnout
  •  Cansaço excessivo, físico e mental;
  • Dor de cabeça frequente;
  • Alterações no apetite;
  • Insônia;
  • Dificuldades de concentração;
  • Sentimentos de fracasso e insegurança;
  • Negatividade constante;
  • Sentimentos de derrota e desesperança;
  • Sentimentos de incompetência;
  • Alteração repentina no humor;
  • Isolamento;
  • Fadiga;
  • Pressão alta;
  • dores musculares;
  • Problemas gastrointestinais;
  • Alteração nos batimentos cardíacos.

O trabalhador pode ser afastado da sua vida laboral?

O afastamento pode ocorrer depois do 16° dia de atestado médico, sendo necessário fazer uma perícia médica do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para que seja constatado a incapacidade para exercer o labor e a concessão de um benefício previdenciário com o intuito de tratamento médico para convalescênça da patologia.

Como é feito o diagnóstico da Síndrome de Burnout?

O diagnóstico é feito por uma profissional especialista após análise clínica do paciente.

Os profissionais responsáveis por esta análise é o Psiquiatra e o Psicólogo que conseguem identificar o problema e orientar o paciente da melhor maneira.

A maioria das pessoas não buscam ajuda médica por não saberem identificar os sintomas e na maioria das vezes acabam negligenciando a situação sem saber que algo mais sério pode estar acontecendo.

É importante que amigos e familiares estejam próximos neste momento, ajudando a pessoa reconhecer sinais que precisa de ajuda.

No Sistema Único de Saúde (SUS), a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está apta a oferecer, de forma integral e gratuita, todo tratamento, desde o diagnóstico até o tratamento medicamentoso.

É primordial que haja o correto diagnóstico da doença, devendo o médico atestar de forma clara e objetiva do que se trata da síndrome de “burnout”.

Em todo caso se esta síndrome estiver associada a outras doenças, é importante ressaltar todas no diagnóstico.

Quando o trabalhador está acometido da síndrome de “burnout”, ele também tem o direito de continuar recebendo o FGTS, mantendo estabilidade acidentária de 12 meses após seu retorno ao trabalho.

Já na depressão comum, o empregado não recebe o FGTS e não há estabilidade quando retornar ao emprego.

Alguns especialistas também destacam que caso a síndrome seja passageira e consequentemente cause uma incapacidade temporária, o trabalhador receberá o auxílio-doença acidentário e se a doença for um caso mais grave que resulte na incapacidade total e permanente para o trabalho, pode resultar até mesmo na aposentadoria por invalidez.

É importante  ressaltar que a pessoa que sofre desta doença , por ser uma doença de caráter psiquiátrico o INSS vê o trabalhador com condições físicas aparentemente normal e é por isso que acabam indeferindo benefícios previdenciários alegando a inexistência de doença que justifique o afastamento.

Por Laís Oliveira

Fonte: Jornal Contábil .

PIS/Pasep: Governo adianta abono salarial para correntistas do Banco do Brasil e Caixa

Todo trabalhador formal com registro na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), ou os servidores públicos, são contemplados com um abono salarial após um período de cinco anos.

Se trata do PIS/Pasep, de modo que o Programa de Integração Social (PIS) é pago pela Caixa Econômica Federal no caso das empresas privadas, enquanto o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), é de responsabilidade do Banco do Brasil para os servidores públicos.

Além de o empregado dever estar cadastrado no programa há pelo menos cinco anos, ele deve ter os dados corretos informados constantemente pelo empregado na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Outros requisitos também devem ser preenchidos, como por exemplo, ter recebido até dois salários mínimos mensais, permitindo que o valor do benefício possa chegar até um salário mínimo vigente de R$ 1.045,00, podendo variar conforme o tempo de trabalho.

  • Um mês: R4 88,00;
  • Dois meses: R$ 175,00
  • Três meses: R$ 262,00
  • Quatro meses: R$ 349,00
  • Cinco meses: R$ 436,00
  • Seis meses: R$ 523,00
  • Sete meses: R$ 610,00
  • Oito meses: R$ 697,00
  • Nove meses: 784,00
  • Dez meses: 871,00
  • Onze meses: 958,00
  • Doze meses: 1.045,00

No caso dos beneficiários contemplados pelo PIS, é possível conferir o calendário de saques pelo mês de nascimento.

Já os servidores públicos podem se basear no número de inscrição do Pasep.

Abono antecipado para os correntistas da Caixa Econômica e Banco do Brasil 

Este ano, o Governo Federal adiantou o pagamento do abono salarial para os trabalhadores que são correntistas do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF).

Lembrando que o PIS é responsabilidade da Caixa e o Pasep do Banco do Brasil.

Calendário PIS (iniciativa privada)

Calendário Pasep (iniciativa pública)

É importante se atentar quanto à data limite de saque para ambos os benefícios, que é até o dia 30 de junho de 2021.

Quem pode sacar o abano?

Tem direito ao abono salarial disponibilizado através do PIS/Pasep, aquele trabalhador que:

  • Exerceu profissão com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2019;
  • Que ganhou no máximo dois salários mínimos, em média, por mês;
  • Que está inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
  • A empresa onde trabalhava tenha informado os dados corretamente no RAIS.

Como saber se tenho direito?

Para conferir as informações que irão conceder o direito ao benefício, o trabalhador pode seguir uma das seguintes maneiras:

PIS (empresa privada)

  • Pelo aplicativo Caixa Trabalhador
  • No site da Caixa: www.caixa.gov.br/PIS, devendo clicar em “Consultar pagamento”;
  • Pelo telefone da Caixa: 0800 726 0207

Pasep (setor público)

A consulta pode ser feita via telefone da central de atendimentos do Banco do Brasil:

  • 4004-0001 para capitais e regiões metropolitanas;
  • 0800 729 0001 para as demais cidades;
  • 0800 729 0088 para deficientes auditivos.

Fonte: Jornal Contábil .

Mulheres que sofrem violência doméstica poderão ganhar cotas em vagas no SINE

O projeto de Lei (PL) 3.878/20 criado pelo deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM), tem como objetivo reservar uma cota de 10% das vagas de emprego ofertadas pelo Sine (Sistema Nacional de Emprego)as mulheres vítimas de violência doméstica ou familiar. Veja à seguir mais detalhes sobre o Projeto de Lei.

Mulheres vítimas de violência doméstica poderão ter cotas em vagas de emprego no SINE

Está em análise pela Câmara dos Deputados a proposta que insere a medida na Lei Maria da Penha. Além disso a medida altera a lei 13.667/18, que regula o Sine, para a inclusão entre as atribuições do sistema a assistência às mulheres em situação de violência doméstica ou familiar. No atual momento o Sine já presta assistência aos trabalhadores que forem resgatados de situação análoga à de escravo.

Autor do projeto, o deputado Capitão Alberto Neto (Republicanos-AM) ressalta que um dos fatores que impedem a saída do ciclo de violência é, principalmente, a dependência econômica que muitas mulheres têm em relação a seus agressores. O Capitão Alberto Neto ainda ressalta que “Nesse sentido, o objetivo do projeto é, justamente, estimular o ingresso da mulher vítima de violência doméstica no mercado de trabalho”.

Caso queira acompanhar mais informações sobre esse Projeto de Lei acesse este link.

Caixa Tem: É possível acessar o app sem ter que ficar na fila de espera?

Não é de hoje que os brasileiros beneficiários do auxílio emergencial vem relatando problemas para conseguir acessar o aplicativo do Caixa Tem. Assim como o atendimento nas agências bancárias, para acessar o aplicativo o usuário tem enfrentado uma enorme fila virtual que chega a durar horas.

Essa espera porém, não é exclusividade do Caixa Tem, muitos trabalhadores que precisam acessar o aplicativo FGTS também vem reclamando de problema ao acessar e movimentar o saldo. Com isso, muitos usuários acabam se perguntando se essa fila de espera é realmente necessária ou se a Caixa conseguiria resolver de uma outra forma.

Fila virtual já acontece para venda de ingressos

caixa tem

De acordo com matéria do Uol sobre o tema, a Caixa precisaria ampliar a capacidade do sistema para que a demandas de tantos beneficiários do auxílio ou do FGTS fossem atendidas sem precisar esperar.

De acordo com o especialista em tecnologia e inovação, Arthur Igreja, entrevistado pelo portal, a fila virtual não é uma novidade, a forma de espera já é bastante usada em venda de ingressos de grandes shows.

Segundo ele, a fila acontece porque há um excesso de fluxo de entrada, e para que o aplicativo não pare de funcionar e saia do ar, as empresas criaram essa forma de espera. O sistema é útil, porque ao invés do site cair e a pessoa ficar sem saber o que fazer, com a fila, ela sabe que o site está funcionando e ainda tem uma noção de qual posição está para conseguir acesso.

Mas não daria para solucionar esse problema?

Sim, daria. De acordo com o professor do Departamento de Computação do Campus Sorocaba da UFSCar, Fábio Luciano Verdi, também entrevistado pelo Uol, a fila de espera pode ser solucionada se a Caixa comprasse mais servidores ou contratasse serviço de armazenagem em nuvem.

O professor explicou que a maneira de resolver isso seria “investir em recursos físicos, aumentar a capacidade do data center. Mas isso exige recursos, exige tempo, ainda mais adquirir um parque tecnológico novo em meio a uma pandemia. Outra maneira de resolver isso seria contratando serviço em nuvem”, disse.

Contudo, Verdi acrescenta não saber exatamente o que seria mais adequado no caso dos aplicativos da Caixa , “Talvez o parque tecnológico esteja certo. Talvez seja uma questão de ajuste interno, de balanceamento de carga”. Segundo ele, comprar um muitos servidores, às vezes não é o que resolveria o problema, por isso “não há como saber ao certo”, argumentou.

Limitações da Caixa

Para o especialista Arthur Igreja, há três possíveis motivos para a dificuldade da Caixa em resolver a fila de espera que envolvem limitações e escolhas do banco. Elas são:

1 – O auxílio emergencial é temporário, então porque gastar tanta energia e dinheiro em problema temporário;

2 –  Os processos de contratação de serviços ou compras de tecnologia para um órgão público, como a Caixa, tradicionalmente são lentos e morosos;

3 – Parte dos fornecedores de nuvem como Amazon e Microsoft, que conseguem atender esse tipo de demanda por tecnologia, estão fora do Brasil, e temos leis que impedem softwares de governo de serem hospedados fora do país por questão de segurança nacional.

Resposta da Caixa

Em nota, a Caixa anunciou que são realizadas frequentemente melhorias do aplicativo Caixa Tem, seja para fazer ajustes de funcionalidades solicitadas pelo Programa do Ministério da Cidadania ou para a otimização do desempenho do serviço.

*Com informações do Uol Economia

Fonte: Jornal Contábil .