4 passos para todo empreendedor iniciar o seu negócio com o pé direito

É comum encontrar pessoas que querem ter o próprio negócio, mas sentem medo ou não sabem se devem mesmo investir no seu próprio negócio. Isso porque são inúmeras as variáveis para que o empreendimento seja aberto.

É claro que realizar a análise do momento de vida que está passando é importante, mas também é necessário analisar o mercado em que pretende atuar, as legislações e qual o investimento inicial que terá que fazer.

É possível traçar um perfil, bem determinado, dos empreendedores. Em sua maioria, são pessoas com capacidade de correr riscos, analisar cenários, excelente comunicação interpessoal e resiliência. Bom, esses são elementos bem importantes mas, devo destacar que existem outros fatores que precisam ser analisados.

De modo geral, a abertura e o gerenciamento de um novo negócio é um método complexo que pede um conjunto de habilidades e conhecimentos, entre eles: como entender o mercado, o público e planejar bem cada etapa.

Não existe ação mais próspera para um empreendimento do que uma boa administração. Para tal, é preciso contar com estratégias de marketing, um fluxo de caixa controlado e passa, ainda, por muita criatividade e inovação.

Pensando nisso e reconhecendo o fato de que talvez você precise de ajuda, elaboramos este artigo. Assim você pode tomar coragem e pensar, de vez, em investir no seu próprio negócio. Vamos nessa?

O primeiro e mais relevante passo é conhecer a si mesmo

De fato, essa é uma das etapas mais importantes do processo de abrir um negócio. Isso porque é necessário que você pare para  analisar vários fatores. É neste momento que você perceberá se realmente quer ou não ser dono do seu próprio negócio, ou continuar em algum emprego CLT.

Além do que foi citado anteriormente é interessante que você se faça a seguinte pergunta: você realmente tem tempo para isso? É fato que o empreendedorismo é percurso muito longo e trabalhoso, no qual você arcará com muitos benefícios mas sofrerá com alguns riscos.

Pode não parecer, mas o apoio de amigos e familiares é fundamental, principalmente quando você está no início do seu negócio. E o motivo é claro: esse tipo de ação demanda muito tempo e, muitas vezes, você não terá tempo para passar com as pessoas que gosta. Além disso, até que seu negócio decole, você precisará de aliados para ir tocando o empreendimento da melhor forma possível.

Agora, e o dinheiro, hein? Você possui o suficiente? Antes de tomar qualquer atitude, é importante ter certeza de que você tenha estabilidade financeira a ponto de conseguir lidar com o início do negócio. Até porque, dependendo do segmento que for seguir, recuperar o investimento pode demorar meses e até anos.

Depois de ter analisado todos os pontos acima e realmente se sentir preparado para seguir com sua idéia, podemos seguir para o tópicos seguintes. Vamos lá?

Com o que você pretende trabalhar?

O mais legal de investir e empreender é que você pode escolher o que você quer fazer e quais produtos pretende trabalhar. Isso porque as possibilidades são as mais diversas.

É possível que você invista em um negócio inovador ou abrir franquias de uma loja de robô industrial. Além disso, há a possibilidade de começar a produzir algum material para vender, oferecer consultoria, oferecer serviços.

Ou seja, não faltam possibilidades para que você consiga empreender em algo que goste de verdade. Então, esse é o passo que vai te auxiliar a definir as demais etapas.

Bom, você pode escolher trabalhar com produtos ou serviços. Se quiser ousar ainda mais, pode trabalhar com os dois processos. Mas, para isso, é importante ter algo em mente: conhecer sobre gestão e ter auxílio de outros profissionais ou ferramentas para te ajudar nisso é muito importante.

Para vender os produtos

Se você já tem domínio total da parte técnica e tem conhecimento sobre produção e mercado de varejo, talvez essa etapa seja uma boa opção para você.

De modo geral, é fundamental controlar e ter domínio da gestão do seu negócio, isso porque, de nada adianta ter um produto de alta qualidade, se não tiver controle de estoque, registro de vendas e entender também as obrigações fiscais da sua empresa.

Mas, olha só: não esqueça de verificar qual será seu ponto físico, se fará vendas online e definir o seu público-alvo. Até porque existem perfis diferentes, para pessoas que fazem compras fisicamente para as que preferem o online. A venda de tela de proteção, por exemplo, normalmente é é feita em lojas físicas. Isso porque passa mais segurança ao cliente.

É importante desenvolver um Plano de Negócio (PN)

Esse é o momento mais extenso quando se fala em abrir um empreendimento. Isso porque ao elaborar um Plano de Negócio para sua empresa, você está desenvolvendo uma base para que seu negócio tenha sucesso.

Para formalizar um bom PN é fundamental que você se aprofunde nas pesquisas. Isso vai te ajudar a ter percepção de muitos pontos fundamentais para iniciar o negócio e começar a viabilizar suas estratégias. Ele ajuda, também, a conhecer o real potencial do seu empreendimento.

Existem vários guias que você pode consultar para ter acesso a informações específicas de como montar um PN de qualidade. Uma dica é verificar o site do Sebrae. Lá, há um guia interessante de como abrir um negócio. Bom, saiba tudo sobre a legislação vigente para a área e o segmento que escolheu, assim como a documentação necessária.

Dependendo da modalidade de negócio que irá iniciar, o investimento do início provavelmente será alto. Então, tenha controle disso e saiba qual é o tempo previsto de retorno, margem de lucro e tudo mais envolvido nessa empreitada.

Tenha com você o suporte especializado

Bom, se você chegou até aqui, muito provavelmente seu plano de abrir um empreendimento está dando certo e você está prestes a se tornar dono de um negócio. É nesse momento que se deve buscar parceiros para otimizar, desde o início, a gestão do seu negócio.

Assim como em todos os cenários, a tecnologia é uma excelente aliada para automatizar operações e te deixar mais focado no seu propósito principal. Pensa que para realizar a manutenção de elevador, por exemplo, precisa de uma organização muito bem construída. Um cliente que é esquecido é uma avaliação negativa no mercado.

Normalmente, a forma de trabalho mais escolhida é a de vender produtos. Se essa for sua decisão, busque softwares que te ajudem a controlar seu estoque, registrar suas vendas e emitir notas fiscais. Assim, a gestão do seu negócio fica efetivo e bem organizado. Não esqueça que um dos fatores que mais destrói um empreendimento é a desorganização.

Este artigo foi elaborado por Iago Martins, criador de conteúdo da empresa Soluções Industriais.

Dados revelam que fazer Faculdade é Investir em Emprego

Com formação superior, as oportunidades de trabalho são maiores e melhores

Durante a pandemia muitas coisas mudaram e outras serão modificadas quando terminar o isolamento social, especialmente no mercado de trabalho. Condições motivadoras de pesquisa sobre ensino superior e empregabilidade em tempos de pandemia realizada pelo Instituto Semesp. Após levantamento, cruzamento e análises de dados, a constatação, que é também reafirmação, mostra que fazer curso superior representa investimento na busca e manutenção de emprego.

Dentre vários dados relevantes, está o de que quem possui formação superior tem 54% menos de chance de ficar desempregado, em relação aos que possuem ensino médio ou fundamental completo. Atualizada pelo instituto que é o centro de inteligência analítica do Semesp, a pesquisa em sua 2ª versão é sustentada em fontes de credibilidade científica, como são os casos do Relatório Focus, divulgado em 20 de abril deste ano pelo Branco Central; e do Mapa do Ensino Superior do Brasil 2020, em sua 10ª edição.

Tem outros dados com o mesmo crédito, extraídos da Relação Anual de Informais Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho; da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); do mais recente Censo da Educação (2018) do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anízio Teixeira (Inep); do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Garantia de futuro

A pesquisa deixa muito claro que este é um momento de investir e que estudar é garantir o futuro promissor, com espaço no mercado de trabalho. Também evidencia a estreita relação entre emprego e empregabilidade, sendo que, quanto maior o nível de escolaridade, menor a chance do trabalhador em ser afetado em período de crise no mercado de trabalho. Entre a população economicamente ativa, a taxa de desocupação é bem menor para quem tem o ensino superior completo.

Em 2019, os impactos da taxa de desocupação apresentaram uma espécie de empate técnico ao ficar em 13,5% para o trabalhador com ensino fundamental completo e 13,3% para que tem o ensino médio. Para quem tem o ensino superior ficou em 6,1%; percentual 54% menor em relação aos que pararam de estudar após o ensino básico, fundamental ou médio. Então, a chance de desemprego é 2,20 vezes maior para quem fez o fundamental e 2,27 vezes maior ao médio, em relação ao superior.

emprego

É uma situação que afeta muito o jovem que até os 24 anos sofre com o maior impacto na redução da oferta de vagas, mesmo incluindo iniciativas como a do Jovem Aprendiz. Nos últimos quatro meses de 2019, a taxa geral de redução de emprego foi de 11%, enquanto para os jovens ficou em 23,8% até 24 anos. Na faixa etária após os 24 e até os 30 anos, para quem tinha o fundamental, a redução foi de 15,4%, o médio 13,8% e o superior 9,8%.

Principal alternativa

Especialmente pelos dados da Rais, a estimativa do Instituto Semesp é de que o Brasil poderá perder 3,3 milhões de empregos formais no decorrer deste ano e dentro do universo de 47,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Destes, 49,5% de nível médio, 22,9% superior e 8,2% fundamental. Diante de dados dos últimos seis anos, de 2014 a 2019, a projeção que se faz do desemprego por nível de instrução apresenta 14,7% que tem o fundamental, 5,3% médio e 1,3% superior.

A principal conclusão apresentada pela pesquisa assegura que por mais que as empresas sejam obrigadas a reduzir custos e cortar vagas de empregos, elas precisam contar com profissionais qualificados como estratégia para enfrentar a crise. Daí, a constatação, em tom de reafirmação, de que investir em educação superior é a principal alternativa para se manter competitivo nesse cenário de crise econômica durante a pandemia e que persistirá quando ela passar.

No Brasil, ainda conforme a pesquisa, possuir formação em nível superior gera muitos benefícios em relação à empregabilidade, já que a taxa de escolarização líquida é de 17,9%, bem abaixo da meta de 33% estabelecida pelo Plano Nacional de Escolarização. Se em tempos de economias estáveis a disputa por profissionais qualificados eleva a remuneração, em tempos de crise a formação em nível superior, no mínimo, reduz os riscos de desemprego.

Importância da qualificação

Para o pró-reitor Acadêmico da Unoeste, Dr. José Eduardo Creste, a pesquisa do Instituto Semesp reforça a importância da qualificação profissional no ensino superior para a inserção ou manutenção no mercado de trabalho. Seu entendimento é de que o jovem deve pensar no seu futuro, sonhar, acreditar e investir em sua carreira. Afirma que agora e daqui para a frente o conhecimento deve ser valorizado ainda mais, por se tornar cada vez mais essencial.

“Na graduação presencial, seja pensando em diferentes cenários, como os da educação a distância ou os cursos técnicos, buscar o crescimento pessoal e profissional faz toda a diferença”, afirma o pró-reitor e comenta que no Brasil ainda existem muitas pessoas fora do ensino superior, no sentido de que o empenho em avançar nos estudos faz a diferença em qualquer momento, mas especialmente em tempos de crise como essa advinda da pandemia do novo coronavírus.

Serviço

Confira mais informações sobre a Pesquisa de Empregabilidade no site do Semesp, que também lançou recentemente o Mapa do Ensino Superior no Brasil 2020.

Fonte: Jornal Contábil

Receita Federal prorroga até 30 de junho suspensão das ações de cobrança

Atendimentos presenciais e procedimentos administrativos são afetados pela medida

A Receita Federal prorrogou até 30 de junho as medidas temporárias adotadas por conta da pandemia do coronavírus (Covid-19) referentes às regras para o atendimento presencial e referentes a diversos procedimentos administrativos adotados na Portaria nº 543/2020. A alteração está prevista na Portaria RFB nº 936/2020, publicada na edição extra de hoje do Diário Oficial da União.

receita federal

Os procedimentos administrativos que permanecem suspensos até o dia 30 de junho são:

I – emissão eletrônica automatizada de aviso de cobrança e intimação para pagamento de tributos; II – notificação de lançamento da malha fiscal da pessoa física; III – procedimento de exclusão de contribuinte de parcelamento por inadimplência de parcelas; IV – registro de pendência de regularização no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) motivado por ausência de declaração; V – registro de inaptidão no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) motivado por ausência de declaração.

O prazo para atendimento a intimações da Malha Fiscal da Pessoa Física e apresentação de contestação a Notificações de Lançamento, também da Malha Fiscal PF, e dos despachos decisórios dos Pedidos de Restituição, Ressarcimento e Reembolso, e Declarações de Compensação ficam prorrogado até o dia 30 de junho.

A emissão eletrônica de despachos decisórios com análise de mérito em Pedidos de Restituição, Ressarcimento e Reembolso, e Declarações de Compensação, que estavam suspensas até a data de hoje, retomam à normalidade. Entretanto, o contribuinte não será prejudicado pois o prazo de impugnação desses atos estão suspensos até o dia 30 de junho.

A norma também determina que o atendimento presencial nas unidades de atendimento da Secretaria da Receita Federal (RFB) ficará restrito, até 30 de junho de 2020, mediante agendamento prévio obrigatório, aos seguintes serviços:

I – Regularização de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF); II – cópia de documentos relativos à Declaração de Ajuste Anual do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (DIRPF) e à Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf) – beneficiário; III – parcelamentos e reparcelamentos não disponíveis na internet; IV – procuração RFB; e V – protocolo de processos relativos aos serviços de:

a) análise e liberação de certidão de regularidade fiscal perante a Fazenda Nacional; b) análise e liberação de certidão de regularidade fiscal de imóvel rural; c) análise e liberação de certidão para averbação de obra de construção civil; d) retificações de pagamento; e e) Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).

Caso o serviço procurado não esteja entre os relacionados, o interessado deverá efetuar o atendimento por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC) , na página na internet. Outros casos excepcionais serão avaliados e o chefe da unidade poderá autorizar o atendimento presencial.

A restrição temporária do fluxo de contribuintes nas unidades de atendimento da Receita Federal visa à proteção dos contribuintes que procuram os serviços, bem como a proteção dos servidores que ali trabalham.

Fonte:  Jornal Contábil

Profissionais liberais ganham nova linha de crédito de até R$ 100 mil

Com o afastamento social necessário para conter a covid-19, muitas empresas deixaram de operar temporariamente. Restaurantes, bares, lojas, pousadas e negócios da área de lazer foram impactados pela crise. Quando falamos de empresas médias ou grandes, algumas têm caixa para sobreviver durante os meses de isolamento.

Porém, quando o assunto são profissionais liberais, fica mais difícil conter os impactos do coronavírus, principalmente pela falta de caixa. A boa notícia é que o senado aprovou na quinta-feira (28) uma nova linha de crédito voltada para esse público. Esse crédito se destina aos trabalhadores autônomos que atuam como pessoa física e ainda vai passar pela Câmara. O autor é Eduardo Girão (Podemos-CE) e o relator é Omar Aziz (PSD-AM). O projeto foi aprovado por 73 votos a zero.

FGTS

Linha de crédito para profissionais liberais é aprovada pelo senado

Como vai funcionar a concessão de crédito

A princípio, serão R$ 5 bilhões destinados para profissionais liberais. De acordo com o projeto, as condições serão facilitadas e o crédito será destinado principalmente a profissionais da área da saúde. Dentistas autônomos são um exemplo de profissional que poderão solicitar o crédito. Essa categoria não está sendo contemplada por nenhum outro benefício do governo, como o auxílio emergencial, por isso surgiu a necessidade da nova linha.

Além disso, contribui para que a categoria tenha prioridade para o crédito o fato dos profissionais da saúde estarem mais expostos ao coronavírus. Ou seja, são trabalhadores que estão com a produtividade reduzida em função do risco. Outros exemplos, além dos dentistas, são nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, veterinários, entre outras categorias que dificultam que seja feito home office.

Vale ressaltar que profissionais liberais são diferentes de profissionais autônomos. No primeiro grupo, estão pessoas com graduação ou curso técnico, com algum registro profissional. Já os autônomos pertencem a categorias que não exigem uma formação específica.

Serão destinados até R$ 100 mil por pessoa. Os juros cobrados serão de 3,75% ao ano, acrescidas de 1,25%. O pagamento pode ser feito em 36 parcelas e o dinheiro pode ser usado para pagar contas de água, energia, aluguel, estoque, entre outras despesas. O valor a ser concedido será calculado tendo como referência o faturamento mensal.

Outras medidas para auxiliar profissionais liberais

Para muitos profissionais, a solução tem sido procurar crédito fora dessas linhas. Porém, conseguir um empréstimo tem se tornado uma tarefa cada vez mais difícil. Com a inadimplência crescendo por conta da crise, as instituições financeiras ficam mais restritivas com relação à concessão de crédito, justamente quando ele é mais necessário.

As micro e pequenas empresas também, em tese, devem receber mais crédito para contornar as consequências da pandemia. Porém, de acordo com o Sebrae-RS, 63% das micro e pequenas empresas que tentaram conseguir empréstimos durante a crise não haviam conseguido até o dia 20 de maio.

No caso dos autônomos, que são aqueles que não tem um registro profissional, algumas categorias que estão enquadradas no MEI foram atendidas pelo auxílio emergencial de R$ 600, que segue sendo pago em parcelas. Além disso, o pagamento dos tributos mensais para o governo tiveram o vencimento adiado por seis meses, para dar fôlego aos pequenos negócios.

Para muitos profissionais autônomos, a saída tem sido recorrer à tecnologia para conseguir voltar a trabalhar. Consultas online no caso dos profissionais da saúde, atendimento remoto e consultorias pela internet são algumas das alternativas.

No caso de nutricionistas, fisioterapeutas e até dentistas é possível fazer teleconsultas para realizar uma triagem e avaliar a necessidade de um atendimento presencial, por exemplo. Também é possível passar exercícios físicos e prestar o apoio que é necessário aos pacientes que estão em casa. Nesse momento, os conselhos estão flexibilizando as regras sobre atendimento a distância em diversos setores da área da saúde.

Dicas para os profissionais liberais na quarentena

Para sobreviver à crise e continuar tendo pacientes, é preciso utilizar os recursos disponíveis enquanto o crédito não é oficialmente concedido. Se você é um profissional autônomo, divulgue seus serviços pela internet, sempre tendo em vista as recomendações de seu conselho de ética.

Se comunique com frequência com seus clientes, utilizando os aplicativos de mensagem e redes sociais e crie conteúdo que irá fazer seu trabalho ser lembrado pelas pessoas. Lives, vídeos e artigos de blogs são opções para você aproveitar o tempo em casa e se destacar em seu nicho de atuação. Com o atendimento remoto, a vantagem é que você amplia seu público-alvo para todo o mundo, não apenas a sua região.

Conteúdo original Seu crédito Digital

Governo vai cobrar Imposto de Renda sobre auxílio emergencial

Uma parcela dos beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 poderá ter de devolver parte dos valores do benefício ao governo, de acordo com uma regra sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Uma alteração na lei que institui o auxílio, feita em 14 de maio, estipula que os beneficiários que receberem neste ano rendimentos tributáveis acima do limite de isenção do IR (imposto de renda) deverão acrescentar nas declarações o valor do auxílio emergencial ao imposto devido. A regra vale para o beneficiário e para seus dependentes.

O beneficiário que se enquadrar na situação “fica obrigado a apresentar a declaração de ajuste anual relativa ao exercício de 2021 e deverá acrescentar ao imposto devido o valor do auxílio recebido“, segundo o texto da norma.

Se a tabela do IR se mantiver para o ano que vem, todos os que recebem os R$ 600 e tiveram ao longo de 2020 renda tributável acima de R$ 22.847,76 serão atingidos pela medida. A última alteração da tabela foi feita em 2017.

auxilio emergencial

Procurada, a Receita diz que só vai se pronunciar sobr eo tema depois que normatizar o artigo.

Para advogados consultados pela reportagem, há controvérsia sobre a aplicabilidade da nova regra nos casos de quem teria recebido a primeira parcela do benefício antes de 14 de maio, data em que Bolsonaro sancionou a mudança da lei.

“O texto da lei diz que a norma só entra em vigor a partir da data de publicação. Com isso, é possível interpretar que somente o benefício pago depois disso pode compor a base de cálculo do imposto. A primeira parcela paga antes disso seria não tributável”, diz Fernando Scaff, professor da Faculdade de Direito da USP.

Nesse caso, o imposto incidiria sobre os dois pagamentos restantes, um total de R$ 1.200. A primeira parcela começou a ser paga pelo governo federal em 9 de abril.

O contribuinte que havia solicitado e obtido aprovação do auxílio emergencial antes da mudança da lei pode alegar na Justiça que a norma não deve se aplicar ao seu caso, segundo o tributarista Rodrigo Prado Gonçalves, sócio do escritório Felsberg.

“A mudança da lei vale a partir de 14 de maio. A pessoa pode afirmar que, quando solicitou o benefício, essa regra não existia”, diz Gonçalves.

“Em termos práticos, o próprio sistema da Receita vai saber se o contribuinte recebeu o auxílio. Se ele não declarar, provavelmente cairá na malha fina. Se entender que seu caso é o de não se sujeitar à devolução dos valores, precisará entrar na Justiça antes de declarar o IR, ou ao ser cobrado pela Receita”, afirma.

Para Thais Françoso, professora do Insper e sócia do escritório FF Advogados, a norma vale para todas as parcelas do auxílio emergencial, inclusive quando a primeira parcela foi paga antes de 14 de maio.

“O entendimento da Receita Federal deverá ser de que o auxílio é um rendimento que deve ser somado aos demais para eventual cálculo do IR. O texto da lei não traz isenção para o rendimento concedido entre 9 de abril e 14 de maio”, afirma ela.

A lei que criou o auxílio emergencial já estipulava entre os critérios para requisição do benefício que o solicitante não tivesse recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

“Pessoas que há dois anos tinham renda, mas hoje estão desamparadas, não podem receber. O texto aprovado no Congresso acabava com esse critério, mas obrigava a devolução do valor se o cidadão terminasse 2020 com renda acima do limite de isenção do IR. O governo vetou parte do texto e manteve a exigência inicial”, diz Leonardo Magalhães Avelar, sócio do Cascione.

Segundo Avelar, quem omitir seus rendimentos para evitar ter de devolver os valores recebidos pode incidir em crime contra a ordem tributária que tem pena de até cinco anos de prisão.

Atualmente, 57,3 milhões de pessoas já receberam o auxílio, segundo dados da Caixa Econômica Federal. Até esta quarta-feira (27), já haviam sido feitos pagamentos de R$ 72,7 bilhões aos beneficiários.

Pelas regras atuais, podem solicitar o auxílio à Caixa os desempregados maiores de 18 anos que não recebam benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou de outro programa de transferência de renda federal que não seja o Bolsa Família.

A renda familiar mensal do solicitante precisa ser de até R$ 522,50 por pessoa ou de até três salários mínimos (R$ 3.135,00) ao todo.

Conteúdo original por Folha de São Paulo

Juros caem e novas concessões de crédito diminuem em abril

A informação foi dada hoje pelo Banco Central

Os juros cobrados pelos bancos recuaram em abril, mas as novas concessões de crédito caíram no mês passado, informou hoje (28) o Banco Central (BC), ao divulgar as Estatísticas Monetárias e de Crédito. Empresas e famílias conseguiram pegar emprestados R$ 295,5 bilhões dos bancos em abril. Esse valor total foi 16,5% menor do que o registrado em março, na comparação com ajuste sazonal. No caso das empresas, a queda foi de 21,1% e das famílias, recuo de 13,2%. Sem o ajuste para o período, a redução ficou em 31% para as empresas, em 18,2% para as famílias e em 25,5% no total. No acumulado do ano até abril, comparado ao primeiro quadrimestre de 2019, as concessões totais cresceram 13,2%, compostas por expansões de 24,2% para pessoas jurídicas e de 4% a pessoas físicas (dados com ajuste sazonal). O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, destacou que houve uma “redução importante” nas concessões em abril. “Essa redução foi além do fator sazonal”. Ele explicou que a série dessazonalizada busca ajustar as concessões pela quantidade de dias úteis de cada mês, sendo que abril teve dois úteis a menos que o anterior, além de considerar fatores que ocorrem tipicamente em cada mês do ano. “Quando a gente elimina esses fatores e torna a série mais comparável, ainda assim houve uma redução nas concessões”, disse. Apesar desse resultado, Rocha ressaltou que as concessões para financiamento do comércio exterior foram impulsionadas pela alta do dólar em março e chegaram a crescer 300%. Assim, quando chegou abril, essas concessões se reduziram na comparação com março. “Podemos olhar isso com aquela velha metáfora do copo meio cheio e o copo meio vazio. No caso das modalidades ligadas a comércio exterior, no mês de março, tivemos um estímulo muito grande a essas concessões que cresceram quase 300%.” Ele disse que a alta do dólar “fez com que fosse mais vantajoso para as empresas anteciparem as suas operações”. As modalidades de empréstimos são divididas em dois tipos: o crédito livre e o direcionado. No caso do crédito livre, os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito. Crédito livre As concessões do crédito livre para empresas e famílias chegaram a R$ 265 bilhões, em abril, com queda de 28,3% na comparação com março. No caso do crédito para as empresas (como desconto de duplicatas, antecipação de faturas de cartão, capital de giro entre outros), o recuo chegou a 33,7% e para as pessoas físicas, a 20,8%. Crédito direcionado Já as concessões do crédito direcionado chegaram a R$ 30,5 bilhões, com aumento de 14% em relação a março. O crescimento para as empresas foi de 36,7% e para as pessoas físicas, de 3,4%. Taxas de juros Com as reduções seguidas da taxa básica de juros, a Selic, os juros cobrados das empresas e famílias se reduziram em abril. A taxa média de juros para as pessoas físicas no crédito livre chegou a 44,5% ao ano, queda de 1,7 ponto percentual em relação a março. Já a taxa média das empresas ficou em 15,8% ao ano, redução de 0,8 ponto percentual na comparação com o mês anterior. A taxa do crédito pessoal chegou a 86,4% ao ano, com recuo de 8,3 pontos percentuais em relação a março. Os juros do crédito consignado caíram 0,9 ponto percentual para 20,1% ao ano. A taxa do cheque especial chegou a 119,3% ao ano, queda de 11,2 pontos percentuais. Os juros médios do rotativo do cartão de crédito chegaram a 313,4% ao ano, com queda de 13,7 pontos percentuais. Inadimplência A inadimplência total chegou a 3,3% em abril, aumento de 0,1 ponto percentual em relação a março. No caso das empresas, a inadimplência ficou em 2,3%, crescimento de 0,2 ponto percentual. As pessoas físicas tiveram inadimplência de 4%, aumento de 0,1 ponto percentual. Saldo O estoque de todas as operações de crédito do sistema financeiro ficou em R$ 3,587 bilhões, em abril, estável em relação a março, em decorrência da expansão de 1,2% na carteira de pessoas jurídicas (saldo de R$ 1,555 trilhão), compensada por redução de 0,9% no saldo de pessoas físicas (R$ 2,032 trilhões). No ano, o saldo do crédito cresceu 3,1% e em 12 meses, 9,6%. Segundo Rocha, o saldo do crédito para pessoas jurídicas foi impulsionado pelo desempenho do capital de giro, a principal linha do crédito livre para as empresas. “O capital de giro permaneceu crescendo em abril, o que pode ser interpretado por demanda das empresas por capital mais curto para passar por um período de incerteza”. Já no caso das pessoas físicas a redução na demanda por crédito é explicada pela queda nos gastos dos consumidores.

Edição: Valéria Aguiar

Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Como os profissionais em Home Office Aproveitam de melhor forma o seu Tempo

Um dos desafios que surge com o isolamento social é como aproveitar melhor o tempo em casa. Além de trabalhar remotamente, as pessoas procuram fazer outras atividades que contribuem de forma produtiva para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. É o que mostra o levantamento da Catho, que conta com mais de 7 mil respostas.

Segundo os dados, uma das atividades preferida pelos brasileiro é estudar. Seja para melhorar suas habilidades profissionais ou aprender algo novo, 54% das pessoas responderam que estão fazendo pequenos cursos online e 45% buscaram cursos completos de qualificação.

Mesmo com o setor de educação sendo um dos mais afetados, algumas empresas e instituições de ensino têm trabalho para tornar a educação mais acessível. Os webinars, por exemplo, têm crescido muito nesse período de quarentena. Não é átoa que 28% dos entrevistados pela Catho afirmam participar de palestras, webinars e/ou workshops.

Com isso, é possível notar que existe uma preocupação sobre o futuro no mercado de trabalho. De acordo com o levantamento da Catho, cerca de 55% das pessoas disseram que estão lendo mais, enquanto 52% atualizam seus currículos e portfólios. Além disso, aprender um novo idioma também está na lista de atividades favoritas dos brasileiros. Cerca de 27% declararam que estão aprendendo uma nova língua.

Apesar da preocupação com a qualificação profissional, muitas pessoas também têm buscado o equilíbrio emocional realizando a prática de algum exercício físico. 43% afirmaram que praticam algum tipo de atividade física em casa, enquanto 22% declaram fazer meditação.

Por um bem maior, que é evitar ao máximo a propagação do COVID-19 no mundo, as pessoas se reinventam e se adaptam à uma nova rotina. É provável, que no futuro pós pandemia, o modo com que o mercado de trabalho atua e a forma que as empresas lidam com seu colaboradores não seja mais a mesma. Novas habilidades formam novos profissionais e novas pessoas.

Fonte: Jornal Contábil .

Como fica o salário na jornada de trabalho reduzida?

Você foi uma dessas pessoas que teve a jornada de trabalho reduzida e não sabe como vai ficar seu salário? Essa redução de jornada deverá durar por apenas três meses.

Será permitido reduções de 25%, 50% ou de 70% da jornada de trabalho, com redução na mesma medida do valor do salário pago pelo empregador.

O trabalhador que for incluído nesse programa será compensado por um auxílio do governo. Esse benefício será de 25%, 50% ou de até 70% do valor do seguro-desemprego caso fosse demitido.

Sendo que o percentual deverá ser igual ao da redução da jornada e do salário.

Observe os exemplos a seguir para você ter uma ideia em redução da jornada e salário

Você tem uma renda mensal de R$ 1.045 (não haverá redução de renda). Empregados com salários até R$ 1.600 terão perdas de renda que variam de 5% , 10% e 14%, caso tenha suas jornadas reduzidas, respectivamente, em 25%, 50% e 70%.

Já quem tem uma renda maior, os descontos serão bem mais altos. Você tem uma renda de R$ 6 mil e uma redução de 70% da jornada, renda vai cair para 49%.

coronavoucher

Quem tem uma renda entre três salários mínimos e a soma de dois tetos do INSS (R$ 3.135 e R$ 12.202,12), o governo acabou criando uma barreira para a aplicação dos redutores de jornada de 50% a 70%: deverá acontecer a diminuição salarial por meio de acordo com o sindicato da categoria.

Quem tem dois tetos acima da Previdência Social, a redução poderá ser acordada individualmente entre o empregado e empregador.

Para setores em que as atividades foram paralisadas por causa do isolamento social, será feito a suspensão de contratos de trabalho, com pagamento integral do seguro-desemprego.

Fonte: Jornal Contábil .

SPC/Serasa: seu nome está negativado indevidamente dá direito à indenização?

Muitos brasileiros passam por dificuldades e não estão conseguindo pagar suas contas. Devido a essa situação do novo coronavírus, muitas pessoas estão com o “nome sujo” e incluídos nas listas de órgão de proteção ao crédito.

De acordo com a Serasa, 63,2 milhões de brasileiros estavam nessa condição de débito. Com a pandemia, esta situação só piorou, se agravando com os efeitos negativos na economia brasileira.

Mas, uma outra situação também está criando problema, quando o nome da pessoa vai parar no SPC/Serasa indevidamente.

Por isso, muitas pessoas podem estar negativados de forma indevida, ou seja, sem nunca ter deixado de pagar suas contas. Mas, será que ter o nome negativado indevidamente no SPC/Serasa dá direito à indenização? Vamos acabar com as dúvidas no texto a seguir.

Por que acontece a inscrição indevida no SPC/Serasa?

São vários os motivos que levam o consumidor a ter seu nome inscrito no SPC/Serasa de maneira indevida. São pessoas que nunca deixaram de pagar suas contas e vão para no serviço de proteção ao crédito por algum erro de um estabelecimento que deixa de dar baixa, quando essa pessoa comprou algum produto com pagamento parcelado.

Entretanto, existe uma outra forma de ter o seu nome negativado de maneira indevida. É quando você tem uma dívida e faz um acordo para quitar o restante do valor. Nesse caso, pode acontecer que mesmo tendo um acordo, a empresa lance seu nome nos órgão de proteção ao crédito.

desempregados

O mais comum nessa história, é quando o consumidor tem uma dívida e está com o nome negativado, ele então, quita a dívida, mas a loja onde estava devendo não limpa seu nome em 5 dias, que é o prazo dado pela Lei para não acontecer inscrição indevida.

E quando o cidadão tem uma dívida e não paga, mas, se passa cinco anos e a dívida prescreve, a empresa é obrigada a retirar o nome dele do cadastro negativo.

Outro motivo é a falta de comunicação entre o SPC/Serasa e o consumidor, que deixa de receber as notificações antes de ser negativado.

Enfim, inscrição indevida vai dar direito à indenização?

Sim, você tem direito. O consumidor que sofreu com uma inscrição indevida no SPC/Serasa vai poder acionar a Justiça, pedindo que seu nome seja excluído imediatamente dos cadastros de proteção ao crédito.

De outro modo, será possível pedir a devolução do valor cobrado indevidamente em dobro, recebendo, também, uma indenização por danos morais.

Atenção: O consumidor que tiver o nome negativado, não pode ser exposto a situações que causem dano à sua imagem, como ligações excessivas de cobrança para a pessoa ou pessoas de seu convívio, também não poderá sofrer ameaças, além de coação e linguagem não apropriada.

Fonte: Jornal Contábil .

Compras com auxílio emergencial poderão ser pagas via celular

A partir de sexta-feira (29), os beneficiários do auxílio emergencial de R$ 600 – R$ 1,2 mil para mães solteiras – poderão pagar compras em cerca de 3 milhões de estabelecimentos comerciais em todo o país por meio do celular. A Caixa Econômica Federal está liberando uma atualização do aplicativo Caixa Tem que permite o pagamento por meio de código QR (uma forma mais avançada do código de barras que pode ser lido por câmeras de celulares).

Segundo o vice-presidente de tecnologia do banco, Cláudio Salituro, a ferramenta foi desenvolvida em dez dias. A novidade estará disponível nos estabelecimentos com maquininhas da bandeira Elo. O banco informou que maquininhas de outras bandeiras poderão aderir livremente à novidade.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a grande vantagem da ferramenta consiste em diminuir a necessidade de saques em espécie do auxílio emergencial, reduzindo as filas nas agências. “Não precisa sacar. Basta movimentar o dinheiro de forma digital para fazer as compras”, declarou.

Passo a passo

Primeiramente, o usuário poderá acessar o aplicativo Caixa Tem, usado para movimentar as contas poupança digitais criadas pelo banco, e escolher a opção pagar na maquininha. Em seguida, a câmera do celular automaticamente abrirá. O usuário deverá apontá-la para o código QR que aparecerá na maquininha, conferir o valor da compra a apertar o botão confirmar na tela do celular.

Em seguida, a maquininha do cartão imprimirá o recibo dizendo que a compra foi efetuada. Uma via ficará com o estabelecimento. O cliente só pega a via dele se quiser. Isso porque o aplicativo Caixa Tem armazenará cada compra, permitindo a conferência do saldo.

“É muito simples e muito fácil de fazer”, disse Salituro. Ele acrescentou que o processo ajudará no combate à pandemia de coronavírus, à medida que o beneficiário do auxílio emergencial não precisará tocar na maquininha nem digitar senhas. “O processo é seguro e sem contato físico com a maquininha”, destacou.

A Caixa começa a liberar hoje a atualização do aplicativo Caixa Tem para celulares com o sistema Android. Para celulares da Apple, com o sistema iOS, a atualização que permite o pagamento com código QR será liberada até sábado (30).

Balanço

O banco apresentou um balanço da movimentação das contas poupança digitais. Ontem (27), o aplicativo Caixa Tem registrou 2,1 milhões de transações digitais, num total de R$ 647,4 milhões. Até agora, o aplicativo permitia o pagamento de boletos bancários, de contas domésticas (água, luz, telefone e gás) e de compras em sites parceiros. Com a nova ferramenta, será possível usar o aplicativo para compras nos próprios estabelecimentos.

Fonte: Agência Brasil – Wellton Máximo